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Avanço da colheita de feijão 1ª safra 2023/24 no Paraná alcança 4%, aponta DERAL

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O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), divulgou em seu relatório semanal que a colheita da 1a safra de feijão, referente ao ciclo 2023/24, atingiu 4% da área estimada de 113,3 mil hectares. Essa marca representa um declínio de 2% em relação aos 115,9 mil hectares plantados na safra anterior (2022/23), com o plantio sendo concluído conforme o previsto.

O panorama atual das lavouras mostra que 51% estão em boas condições, 39% em condições médias e 10% em condições ruins, abrangendo as fases de crescimento vegetativo (21%), floração (26%), frutificação (35%) e maturação (18%). Em comparação com o relatório do dia 4 de dezembro, quando a colheita atingia 3% da área, observa-se uma evolução positiva, com 55% das lavouras em boas condições, 36% em condições médias e 9% ruins. As fases variam entre germinação (1%), crescimento vegetativo (24%), floração (30%), frutificação (32%) e maturação (13%), com o plantio já concluído em 99% da área.

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Quanto às projeções, o Deral estima que a produção da 1a safra de feijão em 2023/24 atingirá aproximadamente 175,5 mil toneladas, refletindo uma redução de 12% em relação às 199 mil toneladas registradas na safra anterior (2022/23). A produtividade também apresenta uma leve queda, estimada em 1.549 quilos por hectare em 2023/24, comparada aos 1.717 quilos por hectare alcançados na safra 2022/23.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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