AGRONEGÓCIO

Agrofy aposta em nova proposta de valor e traz inovação para o ecossistema digital do agronegócio

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A nova proposta de valor representa um marco importante para o crescimento da marca, inserindo novas unidades de negócios projetadas para atender de maneira ainda mais abrangente e eficaz às empresas do setor em toda a América Latina. A Agrofy 360 inclui um conjunto abrangente de ferramentas e serviços que visam aprimorar a experiência dos clientes e aumentar a eficiência nas operações agropecuárias.

Além disso, a startup conta com serviços que auxiliam desde as empresas iniciantes até as companhias com forte presença digital estabelecida. Entre eles, estão o portal Agrofy News que serve como um meio de comunicação especializado, com notícias do setor que engloba comunicação institucional, ações ESG, aprimoramento do posicionamento da marca, produtos e digitalização de participações em eventos e feiras. E o próprio marketplace da Agrofy, onde as marcas podem criar sua loja, gerenciar seus leads internamente ou direcioná-los para sua rede de distribuidores e concessionários.

Com este novo desafio e posicionamento de mercado, Diego Arruda, antes diretor de negócios Brasil, assume o cargo de CSO Latam (Chief Sales Officer) para liderar o novo posicionamento da startup no Brasil, Argentina e outros países da região. O executivo que tem formação em agronomia e MBA em marketing, possui uma extensa experiência no agronegócio, incluindo passagens pela Bayer e UPL.

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Desde que ingressou na Agrofy em 2021 como diretor de negócios, desempenhou um papel fundamental no sucesso da empresa, estabelecendo relacionamentos com parceiros-chave da indústria. “Estou entusiasmado com a oportunidade de liderar a equipe de vendas da Agrofy em um momento tão importante para a companhia e o setor agrícola na América Latina. Continuaremos trabalhando incansavelmente para fornecer soluções digitais de alta qualidade e impulsionar a inovação no agronegócio”.

“Durante um intenso período de conversas com diversos clientes que possuem vontade e enxergam a necessidade de digitalizar seus negócios, entendemos que existem diferentes níveis de maturidade digital entre as empresas e estas variam por categoria, faturamento e localização geográfica. Cada uma com diferentes necessidades para o momento. E foi através dessas necessidades de mercado que desenhamos e criamos esta nova arquitetura”, complementou Arruda.

Fonte: Agrofy

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Consumo de máquinas e equipamentos avança 1,2% em março e atinge maior nível de importações da história

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O consumo de máquinas e equipamentos no Brasil registrou crescimento de 1,2% em março de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) durante a Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina.

O levantamento também aponta um recorde nas importações, que alcançaram US$ 3,1 bilhões no mês — o maior valor desde o início da série histórica, em 1999. O avanço foi puxado principalmente pela entrada de componentes industriais e máquinas destinadas à extração de petróleo.

Importações impulsionam resultado no trimestre

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o consumo do setor apresentou alta de 4,2%. O desempenho foi sustentado, sobretudo, pela maior demanda por máquinas rodoviárias e equipamentos voltados à movimentação e armazenagem de materiais.

Nesse período, as importações desses segmentos cresceram de forma expressiva, com avanço de 20% em máquinas rodoviárias e de 28% em equipamentos logísticos, refletindo investimentos em infraestrutura e armazenagem.

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Indústria opera próxima de 80% da capacidade

Outro indicador relevante foi o aumento no nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e equipamentos. Em março, o índice atingiu 79,9%, alta de 1,4% em relação a fevereiro e 2,3 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2025.

O resultado indica que o setor industrial segue operando próximo do seu limite produtivo, sinalizando uma recuperação gradual da atividade.

Emprego segue em alta no setor

Mesmo diante de oscilações nas vendas, o setor mantém trajetória positiva na geração de empregos. Nos últimos 12 meses, foram criados 122,5 mil postos de trabalho, o que representa crescimento de 6,5% em relação ao período anterior.

De acordo com a avaliação da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, as empresas têm optado por preservar seus quadros de funcionários, apostando em uma recuperação no curto prazo.

Expectativa é de retomada com expansão do agro

A perspectiva do setor está diretamente ligada ao crescimento do agronegócio brasileiro. A ampliação das exportações de alimentos, estimada em até 30%, depende do aumento da área plantada e, consequentemente, da demanda por máquinas agrícolas.

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Nesse contexto, a avaliação é de que o atual momento de desaceleração nas vendas seja temporário. A manutenção da mão de obra qualificada é vista como estratégica, já que profissionais treinados são considerados ativos essenciais para sustentar a retomada do crescimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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