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ADM Expande Operações com Nova Fábrica e Centro de Distribuição no Paraná

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A ADM, líder global em nutrição humana e animal, anunciou a construção de uma nova fábrica e a abertura de um novo Centro de Distribuição em Apucarana, Paraná. Essas iniciativas fazem parte da estratégia da empresa para consolidar sua posição no mercado brasileiro de nutrição animal, com a nova instalação prevista para inauguração em agosto de 2025.

A nova planta de Apucarana ampliará a capacidade produtiva da ADM em cerca de 40%. A fábrica será especializada na produção de premixes para ração animal, incluindo uma linha limpa sem ionóforos, atendendo aos rigorosos padrões dos mercados de pet food e aquacultura. Com uma área de 7.500 m² e equipada com tecnologia moderna, a unidade está projetada para atender à crescente demanda dos clientes.

Fernando Bocabello, Diretor Comercial do negócio Premix e Aditivos da ADM para o Sul da América Latina, destacou a relevância desses avanços: “O investimento em Apucarana reflete nosso compromisso em oferecer soluções e serviços de alta qualidade aos nossos clientes no Brasil e no exterior.”

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Nos últimos anos, a divisão de Nutrição Animal da ADM passou por uma transformação estratégica, incluindo a otimização de fábricas, reposicionamento de marca e expansão de mercado. Esse esforço tem fortalecido a posição da empresa no setor de nutrição animal do Brasil, que está em franca expansão.

Além da nova fábrica, a ADM está desenvolvendo um Centro de Distribuição em Apucarana com uma área de 5.500 m² e capacidade para 3.500 posições de paletes. “Identificamos um grande potencial no mercado de premix e aditivos, produtos essenciais na nutrição animal. Escolhemos Apucarana para nosso primeiro Centro de Distribuição próprio e nova unidade fabril devido à sua localização estratégica, que permitirá atender tanto os produtores do sul do país quanto os dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul”, afirma Bocabello.

Desde 2000, a ADM possui uma planta de produção de premix, núcleos e aditivos em Apucarana, empregando mais de 75 colaboradores. A empresa também conta com um centro de distribuição terceirizado em Arapongas, a 20 km da nova instalação. A mudança para uma construção própria aumentará a capacidade de armazenamento em 75% em número de posições de paletes.

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“Esse é um marco importante para a área de nutrição animal da ADM. Estamos avançando com um novo posicionamento de marca e reformulação de portfólio para melhor atender às necessidades de nossos clientes. A melhoria das capacidades logísticas e de armazenamento representa um passo crucial para alcançar a excelência”, conclui Bocabello. O novo Centro de Distribuição e a fábrica destacam o compromisso da ADM com a inovação e a qualidade no setor de nutrição animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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