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Exposição do Cavalo Árabe Retorna ao Parque da Água Branca com Projeção de Impacto Econômico

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O Parque da Água Branca, um dos marcos da equinocultura brasileira na zona oeste da capital paulista, sediará novamente a Exposição do Cavalo Árabe. Em sua 7ª edição, a Interamericana da raça, considerada uma das mais antigas do mundo, está marcada para acontecer de 23 a 26 de maio. Além das competições equestres que contarão com a participação de criadores e animais de várias regiões do país, o evento oferecerá outras atrações, com entrada gratuita.

Injeção na Economia Local

Segundo estimativas da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA), a exposição deve injetar mais de R$ 1 milhão na economia de São Paulo, especialmente nos setores de transporte, alimentação e hospedagem. Mais de 120 animais da raça, provenientes de diferentes estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, estarão em destaque, mostrando toda sua beleza e versatilidade em pista.

O presidente da ABCCA, Francisco Carrasco, ressalta a forte ligação do Cavalo Árabe com o Parque da Água Branca, destacando que o parque abriga a sede da associação há muitas décadas, tornando a realização de exposições no local um momento de grande importância para todos os criadores da raça.

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Diversidade de Competições

A Exposição Interamericana do Cavalo Árabe, além de contar com a presença de jurados brasileiros e estrangeiros nos julgamentos, é um dos principais eventos da ABCCA. Com julgamentos em quatro modalidades equestres distintas – Conformação (Halter), Western Pleasure, English Pleasure e Traje Típico – o evento destaca a versatilidade e a elegância dos cavalos Árabes.

Retorno Após Duas Décadas

Após duas décadas sem sediar eventos equestres, o Parque da Água Branca retomou suas atividades nesse setor em março de 2023, com a realização da 36ª Exposição Interestadual do Cavalo Árabe, que atraiu mais de 3 mil visitantes. Além das competições, o parque oferece opções de lazer e alimentação, proporcionando um contato direto com a natureza.

Para mais informações sobre a ‘Exposição do Cavalo Árabe’, acesse www.abcca.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Sob articulação do ex-ministro Neri Geller, entidades do agro alertam o MAPA sobre endividamento rural

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O encontro reuniu a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), a Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPA) e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA).
O encontro reuniu a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), a Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPA) e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA).

A preocupação com o avanço do endividamento no campo esteve no centro de uma reunião entre representantes do setor produtivo e o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, articulada pelo ex-ministro da Agricultura Neri Geller. O encontro reuniu a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), a Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPA) e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA).

A agenda teve como foco a busca por alternativas para enfrentar o cenário financeiro que afeta produtores rurais em diversas regiões do país, especialmente diante dos impactos acumulados por adversidades climáticas, oscilações de mercado e aumento dos custos de produção.

Com ampla experiência no setor e forte interlocução em Brasília, Neri Geller atuou na aproximação entre as entidades e o Governo Federal para que a situação fosse apresentada diretamente ao Ministério da Agricultura.

Durante a reunião, os representantes das entidades destacaram a necessidade de construção de soluções que permitam a recuperação da capacidade financeira dos produtores e garantam condições para a continuidade da atividade agropecuária, considerada um dos principais motores da economia brasileira.

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Os números demonstram a dimensão do desafio. Dados do Derop/Bacen, com base no Sicor, apontam que o saldo de crédito rural problemático alcançou R$ 186,5 bilhões no Brasil em abril de 2026. Em Mato Grosso, o montante chegou a R$ 21,8 bilhões, representando aproximadamente 20,2% do saldo total das operações de crédito rural do estado.

Segundo as entidades, o crescimento desse passivo preocupa não apenas os produtores, mas toda a cadeia econômica ligada ao agronegócio, com reflexos sobre fornecedores, cooperativas, revendas, transportadoras, prestadores de serviços e os municípios cuja arrecadação depende diretamente da atividade agropecuária.

Em documento entregue ao ministro, a Aprosoja MT apresentou contribuições para o debate sobre mecanismos que possam facilitar a reorganização financeira dos produtores mais afetados pela crise, defendendo critérios técnicos e segurança jurídica para eventuais medidas de renegociação.

Para o presidente da entidade, Lucas Costa Beber, é fundamental que as soluções adotadas alcancem os produtores que enfrentam dificuldades decorrentes de perdas climáticas, produtivas e econômicas registradas nos últimos anos.

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De acordo com Neri Geller, a discussão sobre o endividamento rural precisa ser tratada como uma questão estratégica para a economia nacional.

“Não há como tratar da recuperação da atividade sem falar da retomada da capacidade de pagamento do produtor rural. Quanto mais essa medida for postergada, sem uma solução concreta sobre o endividamento, mais estaremos comprometendo fornecedores, cooperativas, revendas, municípios e toda a economia que gira em torno da produção agropecuária no País”, afirmou.

A expectativa das entidades é que o diálogo com o Ministério da Agricultura contribua para acelerar a construção de alternativas capazes de preservar a atividade produtiva, garantir a continuidade dos investimentos no campo e reduzir os impactos econômicos do atual cenário de endividamento.

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