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Açúcar retoma alta com queda na moagem no Centro-Sul do Brasil

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Os contratos futuros de açúcar voltaram a apresentar alta nesta quinta-feira (10), após quatro sessões consecutivas de queda na ICE Futures de Nova York. O principal fator de pressão sobre as cotações foi a previsão de uma redução significativa na moagem de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do Brasil, referente à segunda quinzena de setembro.

De acordo com analistas consultados pela Reuters, uma pesquisa da S&P Global Commodity Insights apontou que a produção de açúcar na região deve atingir 2,86 milhões de toneladas no período, o que representa uma queda de 15,3% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Outro fator que influenciou o mercado foi a notícia de que especialistas estariam orientando o presidente da Indonésia a impor uma taxa sobre as importações de açúcar. A medida teria como objetivo financiar o programa de etanol no país asiático, o que gerou reações no mercado internacional.

Cotações em Nova York

Na ICE Futures de Nova York, o contrato de açúcar bruto para entrega em março de 2025 fechou o dia cotado a 22,16 centavos de dólar por libra-peso, um aumento de 12 pontos em relação ao dia anterior. O contrato para maio de 2025 também registrou alta de 9 pontos, fechando a 20,58 centavos de dólar por libra-peso. Os demais contratos apresentaram ganhos entre 3 e 8 pontos.

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Mercado de Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou o dia em alta em todos os contratos. O vencimento para dezembro de 2024 foi negociado a US$ 566,70 por tonelada, um aumento de US$ 2,80 em relação à sessão anterior. O contrato para março de 2025 foi negociado a US$ 572,60 por tonelada, também com alta de US$ 2,80. Os demais vencimentos subiram entre 40 centavos e 2 dólares.

Mercado interno

No mercado doméstico, o Indicador Cepea/Esalq, da USP, apontou uma recuperação no preço do açúcar cristal após três dias de queda. As usinas comercializaram a saca de 50 quilos a R$ 148,44, ante R$ 146,20 do dia anterior, registrando uma valorização de 1,53%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado também segue em alta, com a sexta valorização consecutiva registrada nesta quinta-feira, segundo o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.644,00 por metro cúbico, contra R$ 2.635,00 do dia anterior, representando uma alta de 0,34%.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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