AGRONEGÓCIO

Mutirão deve encerrar com mais de 32 mil buracos reparados na Região Sul

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A Prefeitura de Cuiabá já implementou melhorias na trafegabilidade em centenas de ruas e avenidas da Região Sul desde que o mutirão de tapa-buracos começou, em 14 de abril. De segunda a sexta-feira, oito caminhões com capacidade para 15 toneladas cada realizam os reparos, tendo executado aproximadamente 27.940 tapa-buracos na região. A previsão é finalizar as demandas até o fim deste mês para iniciar a ação em outra parte da Capital, a partir de junho. Simultaneamente, equipes emergenciais atuam em vias estruturantes e demais pontos da cidade que geram grande impacto para a mobilidade de veículos e pedestres.

“A Região Sul é a maior entre as quatro regiões: Norte, Sul, Leste e Oeste. Além dos bairros que a compõem, existem vários residenciais que também estão sendo contemplados com a logística do mutirão”, explicou o diretor de Infraestrutura da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, Ricardo Rodrigues.

Nesta terça-feira (26), as equipes estão atuando no Jardim Loureira Borba, Jardim Itamaraty, residenciais André Avelino, Nilce Paes Barreto e Águas Claras, além do Jardim Industriário.

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Um dia antes, o atendimento aconteceu no Jardim Aroeira, residenciais Belita Costa Marques e Alice Novacki, Jardim Aricá, André Avelino e Industriário, onde há continuidade da ação.

A equipe emergencial está na região central de Cuiabá.

O secretário da Pasta, Reginaldo Teixeira, reconhece que há muitas demandas, mas ressalta que o trabalho está avançando e deixando para trás um histórico de espera e até descrédito da população, que não tinha previsão para a realização do serviço. “Os moradores não tinham perspectiva de quando o buraco em frente à sua casa seria reparado. Hoje, com o mutirão em andamento, é só uma questão de tempo, vai chegar a todas as regiões da cidade. O objetivo é proporcionar mais qualidade de vida para o cidadão, e qualidade de vida também envolve infraestrutura, além de educação, saúde e a satisfação do povo”, frisou.

UFMT

Nos últimos finais de semana, especificamente nos sábados, dias 16 e 23, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras também realizou uma força-tarefa intensa para acabar com os buracos no campus da Universidade Federal de Mato Grosso.

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Até o momento, estima-se que aproximadamente 1.200 buracos já foram tapados no campus, nas áreas do estacionamento do ICHS, no estacionamento da Praça RU até o ginásio e na entrada da Faculdade de Direito.

Mesmo com o reforço das equipes no último sábado (23), não foi possível finalizar os trabalhos. O serviço terá continuidade no próximo dia 30.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Inadimplência no crédito rural atinge 11,4% e acende alerta no agronegócio brasileiro

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Crédito rural enfrenta pior nível de inadimplência da história recente

A inadimplência no crédito rural atingiu 11,4% em outubro de 2025, o maior patamar desde o início da série histórica, segundo dados da CNA. O indicador representa um salto expressivo em relação ao mesmo período de 2024, quando estava em 3,54%, e reforça o cenário de maior pressão financeira sobre produtores e empresas do agronegócio.

Além disso, o número de empresas do setor em recuperação judicial também avançou, chegando a 13,53 a cada mil empresas ativas, sinalizando um ambiente de crédito mais restritivo e desafiador.

CONACREDI se reposiciona e deixa de ser evento para virar ecossistema permanente

Em meio ao avanço da inadimplência e à maior complexidade na gestão de risco no campo, o CONACREDI anuncia uma mudança estrutural em sua atuação.

O congresso, que ao longo de dez anos se consolidou como o principal encontro de crédito do agronegócio na América Latina, passa a operar como um ecossistema contínuo de qualificação, deixando de ser apenas um evento anual.

A transformação também inclui o lançamento de uma nova identidade visual, que simboliza a transição para um modelo permanente de produção e disseminação de conhecimento.

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Crédito agro se torna área estratégica nas decisões do setor

Segundo a organização, o movimento acompanha uma mudança mais ampla no próprio agronegócio: o crédito deixou de ser apenas uma função operacional e passou a ocupar posição estratégica nas decisões empresariais.

Com margens mais pressionadas, aumento da inadimplência e maior necessidade de análise de risco, a tomada de decisão no setor exige cada vez mais dados, qualificação técnica e integração entre áreas financeiras e operacionais.

Ecossistema integra eventos, formação e inteligência de mercado

O novo modelo do CONACREDI reúne diferentes iniciativas que passam a funcionar de forma integrada ao longo do ano, formando uma rede contínua de conhecimento:

  • Congresso anual do crédito agro
  • Road shows regionais em diferentes estados
  • Pesquisa Nacional do Crédito Agro
  • CONACREDI Awards
  • MBA em Crédito, Comercialização e Gestão de Riscos no Agronegócio
  • COMUCREDI (comunidade de profissionais do setor)
  • Vitrine do Profissional de Crédito Agro
  • Livro “Vozes do Crédito Agro”

Cada frente atua em uma camada específica do ecossistema, desde a geração de dados e debates regionais até a formação de profissionais e conexão entre empresas e talentos.

Formação, dados e conexão fortalecem gestão de risco no agro

De acordo com a organização, o objetivo do ecossistema é consolidar um hub estruturado de conhecimento aplicado ao crédito agro, com impacto direto na governança e na tomada de decisão.

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Entre os principais efeitos esperados estão a qualificação técnica dos profissionais, maior precisão na análise de risco, melhoria na gestão financeira das operações e adaptação à crescente digitalização do setor.

“Cenário exige atualização constante”, afirma CEO do CONACREDI

Para a CEO do CONACREDI, o momento atual do crédito agro exige maior preparo técnico e integração entre áreas.

“O crédito agro vive um novo ciclo, marcado por maior complexidade na análise de risco, pressão sobre margens, aumento da inadimplência e necessidade de decisões mais rápidas e embasadas. Esse cenário exige atualização constante, integração entre áreas e acesso contínuo à informação qualificada”, afirma Mayra Delfino.

Panorama

O avanço da inadimplência no crédito rural reforça a necessidade de estruturas mais robustas de gestão de risco no agronegócio brasileiro. Ao mesmo tempo, iniciativas como a transformação do CONACREDI em ecossistema permanente indicam uma tendência de profissionalização contínua e maior integração entre dados, formação e mercado financeiro no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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