AGRONEGÓCIO

Prefeito discute projetos de modernização na construção civil

Publicado em

O prefeito Abilio Brunini recebeu, no sábado (7), representantes do setor da construção civil e do mercado imobiliário para discutir propostas de modernização das normas relacionadas ao setor, bem como a melhoria dos processos de aprovação de projetos e emissão de licenças urbanísticas.

Participaram da reunião representantes do Sinduscon (Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso), CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), Sindarq (Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas), Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios) e CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

A pauta incluiu medidas como a retomada do Alvará Autodeclaratório, redução de prazos processuais, eliminação de exigências burocráticas e fortalecimento de soluções digitais.

“Queremos construir uma cidade que incentive o investimento produtivo, sem abrir mão da legalidade, do planejamento urbano e da transparência. Essa reunião é o primeiro passo para um pacote de modernização das normas que afetam diretamente a vida do cidadão e do setor construtivo”, destacou o prefeito Abilio.

Leia Também:  Agrodefesa e Correios firmam parceria para interceptar produtos vegetais suspeitos que possam trazer risco à produção agropecuária

A Prefeitura deverá instituir um grupo de trabalho com representantes técnicos das entidades e da SMADESS (Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo) para avaliar a viabilidade e a implantação das propostas. A expectativa é de que as primeiras medidas sejam anunciadas ainda neste semestre.

A iniciativa foi elogiada pelos representantes do setor, que destacaram a abertura da gestão para o diálogo e a construção conjunta de soluções que tornem Cuiabá mais moderna, eficiente e atrativa ao investimento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

Published

on

As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

Leia Também:  Clima impacta evolução da safra de arroz
Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

Leia Também:  Chuvas atípicas aumentam desafio para o manejo de plantas daninhas e afetam rentabilidade

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA