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Preços do Algodão Caem no Brasil e no Exterior, Enquanto Plantio da Nova Safra Avança

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Preços do Algodão em Queda no Mercado Interno

Os preços do algodão em pluma registraram recuo nos últimos dias no mercado brasileiro, segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

De acordo com o levantamento, a abundante oferta interna e a menor demanda dos compradores têm pressionado as cotações. Além disso, a redução na paridade de exportação — que mede a competitividade do produto brasileiro frente ao mercado internacional — contribuiu para a desvalorização.

Cenário Externo Também Apresenta Recuos

No mercado internacional, o algodão também mostrou leve retração nas cotações, embora as quedas tenham sido menos intensas do que as observadas no Brasil.

Os preços globais foram influenciados pelo aumento dos estoques mundiais e pela valorização do dólar em relação a outras moedas, fatores que reduziram o apetite de compra e aumentaram a oferta disponível.

Nova Safra Avança com Bom Ritmo

Enquanto os preços recuam, o plantio da nova safra de algodão segue em bom andamento nas principais regiões produtoras do país.

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Pesquisadores do Cepea estimam que a produção nacional deve alcançar 3,82 milhões de toneladas, volume 6,3% inferior ao da safra anterior. Mesmo com a leve redução, o setor mantém expectativas positivas quanto à qualidade das lavouras e ao desempenho das exportações no decorrer de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne suína ganha competitividade histórica frente à bovina e amplia espaço no consumo brasileiro

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A carne suína brasileira atingiu em maio de 2026 o maior nível de competitividade da história frente à carne bovina, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento é impulsionado principalmente pela queda nos preços da proteína suinícola no atacado, em meio à demanda doméstica enfraquecida.

Na parcial de maio, até o dia 26, o preço médio da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo recuou 3,7% em comparação com abril, sendo negociada a R$ 8,68 por quilo. Em termos reais, considerando os valores corrigidos pelo IPCA de abril de 2026, este é o menor patamar registrado desde outubro de 2018.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o mercado interno segue pressionado pelo consumo lento, cenário que vem predominando praticamente durante todo o ano. A menor procura pela proteína tem reduzido a sustentação dos preços no setor suinícola.

Diferença entre carne bovina e suína atinge recorde histórico

Com a retração nos preços da carne suína e a manutenção dos valores elevados da carne bovina, o diferencial entre as duas proteínas chegou a R$ 16,56 por quilo na parcial de maio, avanço de 2,1% frente ao mês anterior.

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Segundo o Cepea, este é o maior diferencial da série histórica iniciada em 2004, reforçando a elevada competitividade da carne suína diante da bovina no mercado brasileiro.

O cenário favorece a migração do consumo para proteínas mais acessíveis, especialmente em um ambiente de renda pressionada e maior cautela dos consumidores nas compras de alimentos.

Carne suína também ganha espaço frente ao frango

Além da vantagem em relação à carne bovina, a proteína suína também ampliou competitividade frente à carne de frango. O diferencial de preços entre as duas proteínas caiu 23,4% de abril para maio, ficando em R$ 1,39 por quilo.

Este é o menor nível desde abril de 2022, quando a diferença era de R$ 1,15 por quilo. Conforme destacam os pesquisadores do Cepea, quanto menor a distância de preços entre as proteínas, maior tende a ser a atratividade da carne suína para o consumidor final.

Mercado acompanha comportamento da demanda interna

O desempenho da carne suína nos próximos meses deve continuar diretamente ligado à recuperação do consumo doméstico. Apesar da competitividade crescente frente às proteínas concorrentes, o setor ainda enfrenta desafios relacionados à demanda enfraquecida no varejo.

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Ao mesmo tempo, o cenário de preços mais acessíveis pode contribuir para estimular as vendas no mercado interno, principalmente diante da preferência crescente do consumidor por proteínas com melhor relação custo-benefício.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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