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Saúde de Cuiabá realiza “Dia D” da Vacinação Antirrábica no próximo sábado

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promove no próximo sábado (25), das 8h às 17h, o “Dia D da Vacinação Antirrábica Animal”, com postos fixos distribuídos nos quatro Distritos da Capital. A ação visa ampliar a cobertura vacinal contra a raiva, doença fatal que pode ser transmitida de animais para humanos.

De acordo com a coordenadora de Vigilância em Zoonoses de Cuiabá (CVZ), Priscila Paula, as doses serão aplicadas gratuitamente em cães e gatos a partir de três meses de idade.

“É fundamental que os tutores levem seus animais para vacinar, garantindo a proteção deles e evitando o risco de transmissão do vírus rábico às pessoas”, destacou Priscila.

Os postos fixos serão supervisionados por cinco médicos-veterinários, que coordenarão a distribuição das vacinas, esclarecerão dúvidas da população e orientarão sobre cuidados preventivos. “Esses profissionais também capacitarão servidores da Vigilância em Saúde para atuarem como vacinadores, com o apoio de graduandos e residentes de Medicina Veterinária da UFMT”, explicou a coordenadora.

A estratégia inclui vacinação mediante agendamento para imóveis com dez ou mais animais, atendimento a idosos e pessoas com deficiência, além de ações em áreas de vulnerabilidade e vacinação de animais agressores após o período de observação clínica.

Além do Dia D, a Coordenadoria de Vigilância em Zoonoses de Cuiabá, mantém um posto de vacinação permanente que funciona de segunda a sexta-feira, em horário comercial, garantindo à população acesso contínuo à imunização.

Confira abaixo os locais da vacinação:

DISTRITO SUL

_ Escola estadual Dr. Estevão Alves Corrêa, localizada na rua 230, quadra 66, nº 51, setor 2, bairro Tijucal;

_ Unidade de Saúde da Família do Tijucal (USF TIJUCAL), localizado na avenida Espigão, s/n;

_ Escola Municipal Ministro Marcos Freire, localizado na rua Carvalho Dourado, s/n°, Jardim dos Ipês;

_ Escola Municipal Padre Raimundo Conceição Pombo Moreira da Cruz, localizado na rua T-5, s/n°, Parque Cuiabá;

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_ Praça em frente ao Supermercado São Gonçalo, localizado na Cohab São Gonçalo;

_ Unidade de Saúde da Família (USF Residencial Coxipó), localizado na avenida Principal, s/n°, Residencial de Coxipó;

_ Escola Municipal Silva Freire, localizado na avenida Bakairi, s/nº, Itapajé;

_ Escola Municipal Floriano Bocheneki, localizado na rua S, Parque Atalaia;

_ Próximo ao Supermercado Bom Gosto (Tenda Hora do Lanche), localizado na avenida Principal, s/n°, Residencial Santa Terezinha;

_ Velas Piracema, localizado na rua Carandaí, 18, Jardim Gramado;
Escola Estadual Professora Alice Fontes Ribeiro, localizado na rua e-5, 157, Nossa Senhora Aparecida;

_Centro Comunitário – Residencial Marechal Cândido Rondon, localizado na Rua 39, s/n°, Residencial Marechal Rondon;

DISTRITO LESTE

_ Igreja Comunidade São Mateus; localizado na avenida das Palmeiras, 200, Jardim Imperial;

_ Escola Municipal Prof.ª Maria Ambrósio Pommot, localizado na rua 1900, q. 30, s/nº, Jardim Imperial;

_ Escola Estadual Francisco Alexandre Ferreira Mendes, localizada na rua Doutor Aureo Lino da Silva, 363, Boa Esperança;

_ Escola Estadual Antônio Epaminondas, localizada na rua Padre Remeter, 343, bairro Lixeira;

_ Escola Agostinho Simplicio de Figueiredo, localizada na avenida Amarílio de Almeida, 828, bairro Poção;

_ Centro de Saúde – Dom Aquino, localizada na R. irmã Elvira Paris, s/n – Dom Aquino;

_ Escola Municipal Silvino Leite, localizada na R. Neblina, 176, bairro Planalto;

_ Escola Municipal Guilhermina Figueiredo, localizada na Avenida Gov. Dante Martins de Oliveira, s/n°, bairro Carumbé;

_ Escola Municipal Dr. Orlando Nigro, localizada na rua Mamoré, 229, bairro Pedregal;

_ Laboratório Central de Cuiabá – LACEC, localizada na rua Piraim, 313, bairro Grande Terceiro;

_ Unidade de Saúde da Família (USF), localizada na rua goiaba, Nº 1, Jardim Imperial 2;

_ Escola Municipal Henrique da Silva prado, localizada na R. Castro Alves, 400, Areão;

_ Escola Estadual Padre Ernesto Camilo Barreto, localizada na R. Fortaleza, 51, Jardim Paulista;

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DISTRITO NORTE

_ Unidade de Saúde da Família (USF) 1° de Março e João Bosco Pinheiro, localizada Avenida principal, s/n, Primeiro de Março;

_ CMEI Paulo Ronan Ferraz Santos, localizada na R. 1, S/n°, Resid. Ilza Terezinha;

_ Escola Estadual André Avelino Ribeiro, localizada na av. deputado Osvaldo Cândido Pereira, 365, bairro CPA 1;

_ Escola Estadual Leônidas Antero de Matos, localizada na Rua 36, Quadra 43, setor 3, CPA 3;

_ Paroquia Coração Imaculado de Maria, localizada na av. Garça Real, quadra 133, 4ª etapa, CPA 4;

_ Escola Estadual Profª Dione Augusta Aguiar, localizada na av. Tuiuiú 45, 5ª Etapa, CPA 4;

_ Unidade de Saúde da Família (USF), localizada na rua Rondonópolis 14, Doutor Fabio 1;

_ Praça principal (ao lado do supermercado Iguaçu – rede serve mais), localizado na R. Dep Milton de Figueiredo, bairro Morada do Ouro;

_ Escola municipal Profº Firmo José Rodrigues, localizada na rua 09, bairro Três Barras;

_ CMEI Antonio Marcos Ruzzene Balbino, localizada na r. e, s/n – Resid. Paiaguás 2;

DISTRITO OESTE

_Escola municipal Marechal Cândido Mariano da Silva, localizada na av. Piratininga, n° 101, bairro Alvorada;

_ Centro Comunitário Araés, localizado na av. tenente Eulálio Guerra, n° 600, bairro Araés;

_ Escola Estadual Alina Nascimento Tocantins, localizado na av. Ipiranga, 2560 – Cidade Alta;

_ Escola Municipal profº Francisval de Brito, localizada na rua João Paulo dos Santos, s/n°, Coophamil;

_ Coordenadoria de Vigilância em Zoonoses, localizada na avenida: Bernardo Antônio de Oliveira Neto nº 1781 – Ribeirão do Lipa;

_Escola Municipal profº Ranulpho Paes de Barros, localizada na r. Dep. Celso Mendes Quintela, s/n°, bairro Santa Isabel;

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Guerra no Oriente Médio pode elevar custos no campo e pressionar inflação dos alimentos no Brasil

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As tensões geopolíticas no Oriente Médio voltaram a acender um alerta para o agronegócio global. Um estudo divulgado pelo Rabobank aponta que o prolongamento do conflito na região, aliado ao fechamento do Estreito de Ormuz — uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo — pode provocar aumento dos custos de produção agropecuária e pressionar a inflação dos alimentos no Brasil ao longo de 2026 e 2027.

Segundo a análise, o choque nos mercados de energia já está elevando os preços internacionais do petróleo e do gás natural, criando uma cadeia de impactos que alcança combustíveis, fertilizantes, transporte e logística agrícola.

Petróleo mais caro aumenta custos da produção rural

O relatório destaca que a valorização das commodities energéticas tem efeito direto sobre a atividade agropecuária. O diesel, principal combustível utilizado nas operações agrícolas e no transporte de cargas, tende a registrar alta de preços, elevando os custos desde o plantio até a distribuição dos alimentos.

Além disso, a produção mundial de fertilizantes depende fortemente de gás natural e derivados de petróleo. Com a elevação dos preços desses insumos, a tendência é de aumento nos gastos dos produtores rurais em diversas culturas.

De acordo com as projeções do Rabobank, o Índice de Commodities do Banco Central para Energia (IC-Br Energia) deverá encerrar 2026 com avanço de 41,6% na comparação anual, refletindo a disparada dos preços energéticos observada após a escalada do conflito.

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Agro sente impacto de forma gradual

Diferentemente do mercado de energia, onde os reflexos são imediatos, os efeitos sobre as commodities agrícolas costumam ocorrer de forma mais lenta.

O estudo avalia que os custos mais elevados de energia, frete, fertilizantes e logística devem ser gradualmente incorporados aos preços agrícolas. Como consequência, o Índice de Commodities Agropecuárias (IC-Br Agro) deve voltar a registrar valorização nos próximos meses.

A expectativa é que o indicador feche 2026 com crescimento de 8,8%, sinalizando um ambiente de custos mais elevados para a cadeia produtiva.

Outro fator de preocupação é a possibilidade de ocorrência de um fenômeno El Niño de forte intensidade, cenário que pode provocar alterações climáticas relevantes em importantes regiões produtoras, afetando produtividade e disponibilidade de alimentos.

Inflação dos alimentos pode ganhar força

O levantamento mostra que os alimentos in natura deverão ser os mais sensíveis aos efeitos do choque externo.

Frutas, hortaliças, legumes e outros produtos frescos costumam reagir rapidamente ao aumento dos custos de transporte, combustíveis e insumos agrícolas. Por isso, a projeção é que a inflação desse grupo alcance 9,6% ao final de 2026 e ultrapasse 10% em 2027.

Nos alimentos semielaborados e industrializados, o repasse tende a ocorrer de forma mais gradual. Estoques, contratos de fornecimento e maior diversificação de custos ajudam a amortecer os impactos iniciais da alta das commodities e da energia.

Mesmo assim, os analistas observam que o aumento dos custos deverá atingir toda a cadeia alimentícia ao longo dos próximos trimestres.

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Alimentação no domicílio deve permanecer pressionada

Após um período de desaceleração observado no início de 2026, a inflação dos alimentos consumidos dentro de casa pode voltar a acelerar.

As projeções indicam que a inflação de alimentação no domicílio deverá encerrar 2026 próxima de 6,1%, permanecendo acima dos níveis considerados confortáveis para o controle inflacionário.

Embora o índice deva apresentar desaceleração em 2027, os preços continuarão refletindo os efeitos acumulados da alta dos custos energéticos, das despesas logísticas e dos insumos agrícolas.

Agronegócio acompanha cenário com atenção

Especialistas destacam que o atual cenário reforça a importância do monitoramento dos mercados internacionais pelo setor agropecuário brasileiro.

O Oriente Médio ocupa posição estratégica no abastecimento global de petróleo e fertilizantes. Qualquer interrupção prolongada nos fluxos comerciais pode gerar volatilidade nos preços e afetar diretamente a competitividade do agronegócio.

Para produtores rurais, cooperativas, tradings e indústrias de alimentos, o principal desafio será administrar o aumento dos custos de produção em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, oscilações climáticas e maior volatilidade dos mercados globais.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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