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Ambev anuncia Congresso “Do Grão ao Gole” para celebrar a cultura e cadeia produtiva da cerveja

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A Ambev, por meio de sua escola de conhecimento e cultura cervejeira, a Academia da Cerveja, anunciou o Congresso Cervejeiro Do Grão ao Gole, que será realizado nos dias 23 e 24 de setembro, no Centro Brasileiro Britânico, em Pinheiros, São Paulo. O evento tem como objetivo democratizar o conhecimento sobre a cerveja, aproximando profissionais, entusiastas e apaixonados pela bebida das tendências e práticas mais atuais do mercado.

Palestrantes internacionais e especialistas brasileiros confirmados

Entre os nomes já confirmados estão:

  • John Palmer, referência mundial em produção cervejeira e autor do livro How to Brew;
  • Mauricio Tkatchuk, especialista em Transformação Digital;
  • Leonardo Barbosa, pesquisador da Universidade Federal do ABC.

Ao todo, mais de 20 convidados participarão de palestras, painéis de discussão, experiências sensoriais e degustações, promovendo uma programação diversa e interativa.

Programação temática em dois dias

O congresso será dividido em dois dias de conteúdo especializado:

  • Dia 1: insumos, agronegócio e sustentabilidade na produção da cerveja;
  • Dia 2: consumo, comportamento do consumidor e brasilidade ligados ao ato de beber.
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A proposta é oferecer uma experiência completa que combine aprendizado técnico e apreciação cultural da cerveja.

A importância da cerveja na sociedade brasileira

De acordo com o Brand Footprint Brasil 2025, 63% dos brasileiros consomem cerveja fora de casa, reforçando o papel social da bebida em momentos de celebração e convivência. O evento também abordará o impacto da cerveja na vida dos consumidores, conectando o prazer de beber com tendências de mercado e comportamento.

Impacto econômico do setor cervejeiro

Segundo Anna Paula Alves, diretora de Categoria Cervejeira da Ambev, o setor representa 2% do PIB brasileiro, gera mais de 2 milhões de empregos e movimenta cerca de R$ 27 bilhões em salários por ano. Para a executiva, o congresso é uma oportunidade de fortalecer o ecossistema cervejeiro, promover o desenvolvimento profissional e incentivar a transformação social por meio da cultura da bebida.

Informações para participação

O evento é destinado a maiores de 18 anos. Os ingressos já estão disponíveis para compra no Sympla e no Instagram da Academia da Cerveja.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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