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Nova Aliança projeta colheita de 40 milhões de quilos de uva para a Vindima 2025

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Após um ano de desafios, mas também de superação, a Nova Aliança Vinícola Cooperativa celebra a chegada da Vindima 2025 com perspectivas promissoras. A colheita das uvas, que começou no final de janeiro, tem apresentado frutos de excelente qualidade, com um equilíbrio notável entre acidez e açúcar, características que prometem vinhos e espumantes de altíssima qualidade. A expectativa é que a safra ultrapasse os 40 milhões de quilos de uva, 30% a mais que no ano anterior, com a colheita prevista para terminar no início de março.

A jornada da uva, que percorre vinhedos próprios e de mais de 600 famílias cooperadas em 20 municípios gaúchos, começa logo ao amanhecer. Do vinhedo, as uvas são levadas para a matriz, em Flores da Cunha, onde a vinícola elabora mais de 120 rótulos. Além da produção de vinhos finos e espumantes, a cooperativa mantém sua tradição com os vinhos de mesa e o suco de uva, que representam 80% da produção anual.

Giseli Boldrin Rossi, uma das cooperadas da vinícola, compartilha sua rotina de trabalho árduo com a família, destacando o papel da mulher agricultora nesse processo. “Cada carga que levo até a nossa matriz representa não apenas o sustento, mas o sonho realizado da nossa família”, declara Giseli, que também exerce o cargo de vereadora de Nova Pádua, sua cidade natal. Este ano, ela espera colher 300 mil quilos de uva de sua propriedade de 10 hectares.

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Além das variedades americanas, que se destacaram no primeiro mês de vindima, outras uvas importantes para a elaboração de espumantes, como Pinot Noir e Chardonnay, também apresentam excelente qualidade. Na região da Campanha Gaúcha, em Santana do Livramento, a cooperativa cultiva 60 hectares de vinhedos com castas que estão sendo colhidas com ótimos resultados, destacando-se pela sanidade e pelo equilíbrio entre açúcar e acidez, essenciais para a produção de espumantes.

Heleno Facchin, viticultor e responsável pela gestão da cooperativa, ressalta que a Vindima representa a concretização dos sonhos de cada cooperado. “Cada família cooperada tem na vindima a realização de seus sonhos. Temos famílias que fazem parte da vinícola há quatro gerações, evidenciando o conceito de sustentabilidade na prática. Agora, é torcer para que o clima continue colaborando até o final da safra”, conclui Facchin.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nutrição Castrolanda combina tecnologia e precisão para impulsionar produtividade leiteira e eficiência no campo

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A evolução da pecuária leiteira da Castrolanda é resultado de uma combinação entre genética, manejo, tecnologia e, sobretudo, nutrição animal. Ao longo das últimas décadas, a cooperativa consolidou um sistema produtivo mais tecnificado, no qual a alimentação se tornou fator determinante para o aumento da produtividade por vaca e da eficiência do rebanho.

Com a modernização dos sistemas de produção — que migraram do modelo a pasto para estruturas semiconfinadas e confinadas —, a nutrição passou a responder por até 60% da matéria seca consumida por vacas de alta produção e por mais de 70% da produção de leite.

Evolução histórica da nutrição acompanha transformação da pecuária leiteira

Desde o início da década de 1950, a alimentação do rebanho leiteiro na Castrolanda era baseada principalmente em forragens de inverno e verão, complementadas por rações concentradas.

Com a inauguração da Fábrica de Rações em 1970, a produção ganhou escala e passou a atender também outras cadeias pecuárias, como suínos e aves, acompanhando o crescimento da agricultura regional.

De acordo com o Consultor de Negócios Leite da Castrolanda, Huibert Pieter Janssen, as primeiras formulações seguiam uma lógica simples, baseada no teor proteico e no tipo de sistema produtivo da época, com rações que variavam entre 15%, 18% e 23% de proteína, além de concentrados mais tecnificados para uso em propriedades rurais.

Expansão industrial e modernização das formulações nutricionais

Com o avanço da pecuária leiteira, a Castrolanda ampliou sua estrutura industrial. Em 1990, a fábrica matriz em Castro foi expandida. Em 2003, foi inaugurada a unidade de Piraí do Sul, em parceria com a Perdigão S/A. Já em 2009, a unidade matriz passou por nova ampliação.

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Atualmente, a Nutrição Castrolanda trabalha com um portfólio diversificado de rações com níveis de proteína que variam entre 16%, 18%, 20% e 23%, atendendo diferentes fases e sistemas de produção.

O portfólio também inclui suplementos energéticos, minerais, núcleos, concentrados e dietas específicas para vacas secas, pré-parto, novilhas e bezerras, além de aditivos voltados à saúde ruminal, imunidade e eficiência alimentar.

Uso de aditivos e nutrição de precisão melhora desempenho do rebanho

Segundo Huibert Janssen, a evolução das formulações incorporou tecnologias validadas por pesquisas científicas e instituições reconhecidas, incluindo aditivos como monensina sódica, leveduras, biotina, minerais orgânicos, gordura protegida, tamponantes e adsorventes de micotoxinas.

Esses componentes contribuem para melhor digestibilidade, saúde do rúmen, eficiência alimentar e desempenho reprodutivo, refletindo diretamente na qualidade e no teor de sólidos do leite produzido.

Na prática, uma nutrição equilibrada favorece maior imunidade, melhor desempenho reprodutivo e maior estabilidade produtiva ao longo do ciclo das vacas leiteiras.

Tecnologia industrial garante precisão e padronização das rações

Nas unidades industriais da Castrolanda, o processo de produção de ração é totalmente monitorado, desde o recebimento das matérias-primas até a expedição do produto final.

Segundo o coordenador de produção da fábrica matriz, Mahani Piacentini, cada carga passa por classificação, análise laboratorial e controle de qualidade antes da liberação, com tempo médio de avaliação de aproximadamente 30 minutos.

O processo é altamente automatizado, garantindo precisão na dosagem de microingredientes — em alguns casos, com variações mínimas de gramas — para assegurar fidelidade entre a formulação e o produto final entregue ao cooperado.

Controle de qualidade mede homogeneidade e eficiência da ração

Durante a produção, parâmetros técnicos como o Coeficiente de Variação (CV) são utilizados para avaliar a uniformidade da mistura, enquanto o Índice de Durabilidade do Pellet (PDI) mede a resistência física da ração.

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Esses indicadores são fundamentais para garantir que o animal consuma uma dieta equilibrada e com alta eficiência nutricional, reduzindo perdas e melhorando o aproveitamento dos nutrientes.

Além disso, o controle de qualidade inclui amostragem em todas as etapas do processo, certificação do Ministério da Agricultura e adoção de Boas Práticas de Fabricação (BPF).

Linha exclusiva para bovinos leiteiros reforça segurança produtiva

Um dos diferenciais da Castrolanda é a segregação das linhas de produção. A fábrica mantém linhas exclusivas para bovinocultura leiteira, evitando contato com rações de outras espécies.

Essa separação garante maior segurança nutricional e reduz riscos de contaminação cruzada, fator considerado essencial para a eficiência do sistema produtivo.

Produção em escala e foco no cooperado fortalecem desempenho no campo

Em 2025, a Castrolanda produziu cerca de 70 mil toneladas de ração para bovinos, além de 95 mil toneladas de matérias-primas e 7,5 mil toneladas de suplementos minerais destinados à pecuária leiteira.

Segundo Mahani Piacentini, o principal objetivo da Nutrição Castrolanda é garantir qualidade, regularidade no fornecimento e suporte ao desempenho do cooperado no campo.

A ração é considerada um complemento estratégico às dietas formuladas nas propriedades, e sua eficiência impacta diretamente na conversão alimentar e na produtividade do rebanho.

“O foco é entregar um produto de qualidade, no prazo correto, para que o produtor mantenha sua dieta sem interrupções e alcance os melhores resultados”, destaca.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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