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Previsão de embarques de açúcar no Brasil atinge 1,5 milhão de toneladas em fevereiro

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O volume de açúcar programado para embarque nos portos brasileiros aumentou significativamente na semana encerrada em 5 de fevereiro, atingindo 1,502 milhão de toneladas, em comparação com as 1,329 milhão de toneladas registradas na semana anterior, conforme dados divulgados pela agência marítima Williams Brasil. O número de navios aguardando para carregar o produto também subiu de 36 para 38 no mesmo período.

O Porto de Santos, em São Paulo, será responsável pela maior parte das exportações, com a previsão de embarque de 905.068 toneladas. Outros portos que também terão participação significativa nos embarques incluem Paranaguá, no Paraná (267.160 toneladas), Maceió, em Alagoas (129.360 toneladas), Recife, em Pernambuco (102.500 toneladas), Suape, também em Pernambuco (71.000 toneladas), e São Sebastião, em São Paulo (27.000 toneladas).

As exportações de açúcar programadas são compostas por diferentes variedades: VHP (1,276 milhão de toneladas), TBC (125.000 toneladas), VHP em sacas (equivalente a 16.000 toneladas), Crystal B-150 (52.500 toneladas) e Refinado A-45 (32.500 toneladas). O levantamento realizado pela agência considera as embarcações já ancoradas, aquelas em espera no largo dos portos e as previstas para chegada até o dia 15 de março.

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No mercado internacional, as cotações futuras do açúcar apresentaram alta ao longo da semana na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US). Os contratos com vencimento em março de 2025 atingiram a máxima de um mês e meio na quinta-feira (6), alcançando 20,19 centavos de dólar por libra-peso. Exportadores brasileiros estão mais cautelosos nas vendas devido à valorização do real, o que reduz seus rendimentos em termos da moeda local.

Por outro lado, na Austrália, chuvas intensas e inundações no nordeste do país provocaram danos significativos à produção de cana-de-açúcar, com estimativas de perda de até um milhão de toneladas, o que pode resultar na redução de 130.000 toneladas na produção anual de açúcar.

Olhando para o futuro, a previsão para a temporada 2025/26 é de um leve superávit na oferta global de açúcar, com a produção projetada para aumentar, conforme apontado pela consultoria Green Pool em suas projeções iniciais para o próximo ano-safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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