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Sistema Faesc/Senar oferece capacitação para uso da Nota Fiscal Eletrônica, obrigatória a partir de fevereiro de 2025

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O Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina) orienta os produtores rurais sobre a obrigatoriedade da adoção da Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e), cuja implementação foi recentemente adiada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A nova exigência, que antes estava prevista para entrar em vigor em 2 de janeiro, passará a ser obrigatória a partir de 3 de fevereiro de 2025 para as operações internas de produtores rurais que tiveram receita bruta superior a R$ 360 mil em 2023 ou 2024. Para os demais casos, a exigência será válida somente a partir de 5 de janeiro de 2026.

José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar, enfatiza que o Senar/SC tem promovido treinamentos específicos para auxiliar os produtores no uso da Nota Fiscal Eletrônica, em parceria com a Secretaria da Fazenda. Em 2023, mais de 12.000 pessoas participaram dos cursos, distribuídos em 1.226 turmas em todo o estado. Apenas entre janeiro e outubro deste ano, 5.905 produtores receberam capacitação, o que demonstra o empenho da entidade em preparar o setor rural para a adoção da nova tecnologia.

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Emerson Cardozo Gava, coordenador de arrecadação do Senar/SC, reforça que os treinamentos continuam e orienta os interessados a procurarem informações nos Sindicatos Rurais de suas regiões ou diretamente no Senar/SC. “O trabalho está gerando resultados positivos, e incentivamos quem ainda não participou a aproveitar essa oportunidade gratuita de capacitação”, afirmou Gava.

A programação dos cursos pode ser consultada no portal do Sistema Faesc/Senar, no link: https://sistemafaesc.com.br/senar/agenda-de-treinamentos/.

DECRETO

Com base na decisão do órgão federal, o Governo de Santa Catarina publicará um novo decreto para internalizar a medida. Como a regra terá efeito retroativo, os produtores catarinenses não serão penalizados por utilizarem a nota fiscal em papel até a publicação da nova norma.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Unesp desenvolve nova abordagem para nanoherbicidas mais eficientes e sustentáveis no controle de plantas daninhas

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) propuseram uma nova abordagem científica para o desenvolvimento de nanoherbicidas, com foco em maior eficiência agronômica e sustentabilidade ambiental. O estudo, conduzido no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável, sugere inverter a lógica tradicional de criação desses insumos, colocando as características das plantas daninhas no centro do processo.

A proposta foi publicada na revista científica Nature Reviews Methods Primers e representa um avanço relevante para o manejo de invasoras que impactam diretamente a produtividade agrícola no Brasil.

Plantas daninhas seguem como desafio no campo

Espécies como caruru, capim-azevém e capim-pé-de-galinha estão entre as principais ameaças às lavouras, podendo reduzir em cerca de 15% a produtividade de grãos, mesmo em áreas com manejo.

Esse cenário tem impulsionado a busca por soluções mais eficientes, como os nanoherbicidas — tecnologia que permite a liberação controlada e direcionada de ingredientes ativos, aumentando a absorção pelas plantas e reduzindo o volume aplicado.

Novo conceito melhora eficiência dos nanoherbicidas

Atualmente, o desenvolvimento de nanoherbicidas é baseado principalmente nas propriedades dos materiais utilizados. A nova proposta da Unesp, chamada de Plant-informed nanodesign (PIND), muda esse paradigma ao priorizar as características biológicas das plantas-alvo.

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Na prática, isso significa desenvolver nanopartículas específicas para cada espécie daninha, aumentando a eficácia do controle e reduzindo perdas.

Caracterização detalhada das plantas orienta tecnologia

Para viabilizar essa abordagem, os pesquisadores realizam análises aprofundadas das plantas invasoras, considerando fatores como:

  • Espessura e tamanho das folhas
  • Quantidade de estômatos
  • Espessura da cutícula
  • Presença de tricomas
  • Rugosidade da superfície foliar

Essas informações permitem projetar nanopartículas mais aderentes e eficientes na absorção dos herbicidas.

Tecnologia alia produtividade e sustentabilidade

As análises utilizam técnicas avançadas, como microscopia confocal e microscopia eletrônica de varredura, que permitem observar estruturas microscópicas com alta precisão.

O objetivo é desenvolver soluções que aumentem a eficiência do controle de plantas daninhas, reduzam o uso de insumos químicos e minimizem impactos ambientais — uma demanda crescente no agronegócio brasileiro.

Inovação fortalece agricultura de precisão

A nova metodologia reforça o papel da nanotecnologia na agricultura de precisão e na transição para sistemas produtivos mais sustentáveis. Ao alinhar ciência, inovação e eficiência no campo, a proposta da Unesp abre caminho para uma nova geração de defensivos agrícolas mais inteligentes e adaptados às condições reais das lavouras.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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