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Bahia celebra novo recorde na produção de frutas e se prepara para seminário inédito

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A diversificação das matrizes produtivas na Bahia já se consolidou como uma realidade. Tradicionalmente reconhecida pela produção em larga escala de grãos e pluma de algodão, a Bahia tem apresentado um crescimento acelerado na fruticultura. Os dados mais recentes do IBGE, referentes ao levantamento da Produção Agrícola Municipal, indicam que o estado alcançou um recorde histórico na produção de frutas em 2023, totalizando R$ 5,7 bilhões, o que representa um crescimento de 16,4% em comparação ao ano anterior.

Os resultados animadores motivam a comissão organizadora do I Seminário da Fruticultura Irrigada, evento pioneiro voltado para o desenvolvimento da agricultura e da tecnologia na Mesorregião do Vale do São Francisco. “Somos o principal polo produtor do estado, com culturas como o cacau e a uva em franca expansão. Temos a certeza de que, ao atrair mais investimentos, alcançaremos resultados ainda melhores”, destaca Marco Caviola, produtor e presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SindBarra), cidade-sede do encontro, programado para os dias 18 e 19 de outubro.

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A manga, fruta de destaque na produção baiana, registrou um aumento de 5,6% no volume produzido em relação ao ano passado, com um crescimento expressivo de 61,9% no valor gerado. O maracujá também apresentou resultados positivos, mantendo a liderança nacional na produção com um crescimento de 8,3%, totalizando 253.857 toneladas. Na cacauicultura, a Bahia superou o Pará, alcançando 139.011 toneladas e um valor total de R$ 2,4 bilhões.

Inscrições

O I Seminário da Fruticultura Irrigada tem como público-alvo produtores, investidores e empresários do setor agrícola e número de vagas limitadas. Os interessados devem acessar o link e podem conferir a programação completa no site oficial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do milho de verão 2025/26 avança para 94,5% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras

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A colheita da safra de verão 2025/26 de milho no Centro-Sul do Brasil alcançou 94,5% da área estimada até a última sexta-feira (22), segundo levantamento divulgado por Safras & Mercado. O avanço dos trabalhos reforça o bom ritmo das operações em importantes estados produtores do país.

A área cultivada nesta temporada é estimada em 3,608 milhões de hectares. O percentual colhido mantém o desempenho alinhado à média histórica dos últimos cinco anos para o período, também calculada em 94,5%.

Apesar do avanço consistente, o ritmo atual segue ligeiramente abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando a colheita já atingia 96,7% da área estimada de 3,499 milhões de hectares.

Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul encerram colheita

Entre os principais estados produtores do Centro-Sul, a colheita já foi concluída em diversas regiões.

No Paraná, os trabalhos chegaram a 100% da área plantada de 547 mil hectares. O mesmo cenário foi registrado em São Paulo, onde a ceifa alcançou integralmente os 295 mil hectares cultivados.

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No Rio Grande do Sul, a colheita também foi finalizada nos 946 mil hectares destinados ao milho de verão.

Em Mato Grosso, os trabalhos atingiram 100% da área cultivada de 11 mil hectares.

Santa Catarina e Goiás se aproximam da reta final

Em Santa Catarina, a colheita avançou para 99,8% da área estimada de 607 mil hectares, praticamente encerrando os trabalhos no estado.

Já em Goiás e no Distrito Federal, a ceifa alcançou 90,1% dos 287 mil hectares cultivados, mantendo ritmo acelerado nas últimas semanas.

Minas Gerais e Mato Grosso do Sul ainda concentram parte dos trabalhos

Minas Gerais segue como um dos estados com maior área ainda em processo de colheita. Até o momento, os trabalhos atingiram 84,6% dos 854 mil hectares cultivados.

Em Mato Grosso do Sul, a colheita chegou a 76,8% da área plantada de 30 mil hectares.

Safra mantém ritmo dentro da normalidade

O avanço da colheita dentro da média histórica reforça a expectativa de conclusão dos trabalhos sem grandes atrasos no Centro-Sul brasileiro.

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O desempenho da safra de verão é acompanhado de perto pelo mercado, especialmente em meio às projeções para a segunda safra de milho, que concentra a maior parte da produção nacional e tem forte impacto sobre oferta, exportações e formação de preços no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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