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MSD Brasil abre inscrições para programa de estágio com 20 vagas em três cidades do país

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Universitários com formação entre julho de 2026 e julho de 2027, podem se inscrever na 8ª edição do Programa de Estágio MSD Brasil. Ao todo, são 20 vagas em 17 diferentes áreas das divisões de saúde humana e animal. As inscrições acontecem pelo site até 30 de abril.

A MSD incentiva a candidatura de pessoas de grupos minorizados, como PCDs, pessoas negras e pessoas da comunidade LGBTQIAPN+. Atualmente, cerca de 75% do programa possui representatividade. Para isso, a liderança da empresa passa por um workshop, que visa a diminuição de viéses na fase de entrevistas e contratação. Dessa forma, é estimulada a cultura de diversidade, equidade e inclusão durante todo o processo.

Os estudantes precisam ter disponibilidade de estagiar 6h diárias, sendo a contratação de até dois anos, variando conforme o contrato com a instituição de ensino e probabilidade de efetivação, após o término do período. As vagas estão distribuídas em três cidades do Brasil: São Paulo (Capital), Cruzeiro (SP) e Joinville (SC).

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Entre as áreas que receberão as pessoas estagiárias estão Recursos Humanos, Assuntos Regulatórios, Jurídico, Logística, Pesquisa Clínica, Manutenção Industrial, TI. Já entre os benefícios estão bolsa auxílio compatível com o mercado, vale transporte, vale refeição, plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vale academia e desconto em produtos para pets da MSD Saúde Animal.

“Nosso principal objetivo é oferecer uma sólida base de conhecimento prático e experiência que complemente suas formações acadêmicas, incentivando que os nossos estagiários e estagiárias compartilhem a sua visão inovadora para que, juntos, continuemos em nosso propósito de salvar e melhorar vidas”, afirma Elisa Mendoza, diretora de RH da MSD Brasil.

Com o término das inscrições, começam as fases de análise de currículos, entrevistas e testes que acontecerão durante o mês de maio. O processo admissional acontecerá em julho deste ano e o início do estágio está previsto para agosto.

“Ao longo da Trilha de Aprendizagem, tempo no qual os estudantes atuam conosco, os estagiários possuem diversos workshops desenvolvidos exclusivamente para o desenvolvimento deles, além de projetos especiais que fomentam a visão estratégica de cada área”, explica Elisa. “Trabalhamos para formar colaboradores robustos não apenas para a MSD, mas também para o mercado. Somando todas as edições, recebemos 443 estagiários em ambas as divisões e tivemos mais de 174 efetivações”, finaliza.

  • Programa de Estágio MSD 2024
    • Quando: até 30 de abril
    • Inscrições
    • Benefícios:
      • Bolsa auxílio
      • Assistência Médica
      • Assistência Odontológica
      • Ticket refeição
      • Vale Natal
      • Subsídio Funcional
      • Vale Transporte
      • Seguro de Vida
      • Convênio Academia – Gympass
      • Medicamentos PET com Desconto
      • Meu PET Club – Plano de saúde PET
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Fonte: MSD Saúde Animal

Fonte: Portal do Agronegócio

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Híbridos de braquiária avançam no mercado forrageiro e ganham espaço na pecuária brasileira

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Os híbridos de braquiária vêm ampliando participação no mercado forrageiro brasileiro e consolidando espaço na pecuária nacional, impulsionados pela busca crescente dos produtores por maior estabilidade produtiva, eficiência técnica e segurança no manejo das pastagens.

Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), por meio do SIGEF — Módulo de Controle da Produção de Sementes e Mudas — referentes à safra 2025/2026, apontam que os híbridos apresentaram maior resiliência no mercado em comparação às braquiárias convencionais, mesmo em um cenário de retração das áreas inscritas para produção de sementes tropicais.

O movimento reforça uma tendência de amadurecimento do setor forrageiro, especialmente entre pecuaristas que priorizam desempenho consistente, previsibilidade e melhor adaptação das pastagens em sistemas mais intensivos de produção.

Híbridos ganham força com foco em produtividade e segurança

Entre os materiais que vêm ampliando presença no mercado está o Mavuno, híbrido desenvolvido pela Wolf Seeds, que registrou crescimento de 15% na área de produção em relação à safra anterior.

Segundo os dados do SIGEF, a área inscrita do híbrido passou de 1.796 hectares para 2.067 hectares, colocando o material como a braquiária híbrida com maior área registrada entre os híbridos na atual safra.

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De acordo com Alexander Wolf, CEO da empresa, o avanço reflete uma mudança gradual no perfil de decisão do produtor rural brasileiro.

“O produtor busca hoje materiais que entreguem previsibilidade, segurança produtiva e maior estabilidade de desempenho, mesmo diante de diferentes condições de manejo e ambiente”, afirma.

Mercado forrageiro passa por seleção mais técnica

O cenário também evidencia uma maior seletividade técnica no mercado de sementes forrageiras. Enquanto os híbridos ampliam participação, parte das braquiárias convencionais perdeu espaço na safra 2025/2026.

Um dos principais exemplos foi a B. ruziziensis, que registrou retração de 59% nas áreas inscritas em comparação com a temporada anterior.

Segundo especialistas do setor, o movimento está diretamente ligado à busca por materiais mais adaptados às exigências atuais da pecuária moderna, que demanda maior produtividade por área, eficiência alimentar e estabilidade das pastagens ao longo do ano.

Além da uniformidade de desenvolvimento, os híbridos vêm sendo associados a melhor resposta agronômica em sistemas intensivos, principalmente em propriedades que trabalham com integração lavoura-pecuária, recuperação de pastagens e aumento da lotação animal.

Pecuária intensiva impulsiona demanda por híbridos

A evolução dos híbridos ocorre em um momento de transformação da pecuária brasileira, com avanço de tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva e sustentabilidade dos sistemas de produção.

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Nesse contexto, materiais mais consistentes e adaptáveis ganham relevância estratégica para produtores que buscam reduzir riscos produtivos e melhorar o desempenho das áreas de pastagem.

Para Alexander Wolf, o mercado brasileiro de forrageiras passa por um processo natural de evolução técnica.

“O mercado está amadurecendo e existe uma preocupação cada vez maior com eficiência, adaptação, estabilidade e capacidade de entrega dos materiais ao longo das safras. Isso favorece híbridos mais consistentes tecnicamente e com maior previsibilidade produtiva”, destaca.

Tendência aponta fortalecimento dos híbridos no Brasil

Com a crescente demanda por produtividade e maior eficiência na pecuária, a expectativa do setor é de continuidade da expansão dos híbridos forrageiros nos próximos ciclos agrícolas.

O avanço da tecnologia genética aplicada às pastagens e a necessidade de sistemas produtivos mais resilientes devem continuar impulsionando investimentos em materiais híbridos no mercado brasileiro de sementes forrageiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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