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Bagé recebe Caravana ILPF no dia 16 de abril

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Com o tema “Desafios e oportunidades dos sistemas integrados de ILPF no Rio Grande do Sul”, a Caravana ILPF vai percorrer cinco municípios gaúchos, no período de 15 a 19 de abril. A promoção é da Rede ILPF, com o apoio da Embrapa. Bagé recebe o evento no dia 16 de abril, terça-feira, a partir das 14h30min, nos campos experimentais da Embrapa Pecuária Sul.

No município, a atividade contará com três estações, em formato de dia de campo, nas áreas dos projetos financiados pela Rede ILPF na Embrapa Pecuária Sul, onde estão experimentos com diferentes modelos de integração de pecuária com lavoura e florestas. Além de palestras dos pesquisadores da Embrapa, Naylor Perez e Hélio Tonini, acontece uma apresentação da Emater/RS-Ascar sobre a experiência da instituição com sistemas integrando a pecuária com árvores, através de palestra dos engenheiros florestais Rodolfo Perske e Gilmar Deponti.

A Caravana ILPF, projeto permanente da Rede ILPF em parceria com a Embrapa, tem como foco a disseminação dos sistemas de Integração Lavoura- Pecuária-Floresta (ILPF) nas mais diversas regiões produtoras do Brasil, como alternativa sustentável e rentável para a agropecuária do País.

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No Rio Grande do Sul, a viagem começa por Porto Alegre (15/04) e segue por Bagé (16/04), Rosário do Sul (17/04), Ijuí (18/04) e finaliza em Passo Fundo (19/04). Durante o trajeto haverá painéis de debates, dia de campo, visitas técnicas, além da apresentação do projeto da Rede ILPF, mostrando vantagens e desafios dos sistemas integrados de produção.

A equipe que compõe a Caravana no RS é formada por profissionais das empresas associadas da Rede ILPF, pesquisadores da Embrapa e entidades apoiadoras regionais, como SIPA, ABC/RS, CCGL, Emater, Fundação Bradesco, SIA, Sebrae/RS, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, Sindicato Rural de Ijuí, NOVA, Unijuí, UFRGS e Governo do Estado do RS.

ILPF

A ILPF é uma tecnologia de processo de produção agropecuária com grande potencial de mitigação de emissões de gases de efeito estufa e sequestro de carbono pelo solo e biomassa, diversificação de culturas e aumento da produtividade. A implementação dos sistemas ILPF varia de acordo com as características de cada região. Atualmente o Brasil possui 17,4 milhões de hectares com algum sistema de Integração. A Rede ILPF tem o propósito de ampliar essa área para 35 milhões de hectares até 2030, além de diversificar os sistemas de produção e aumentar a representatividade do componente florestal nesses sistemas. No RS e em SC, os sistemas integrados de produção estão presentes em 85% das áreas de agropecuária, totalizando mais de 1,4 milhão de hectares.

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A Rede ILPF é uma parceria público-privada formada e cofinanciada pelas empresas Bradesco, Cocamar, John Deere, Minerva Foods, Soesp, Syngenta, Suzano, Timac Agro e pela Embrapa, e tem como propósito contribuir para o aumento da produtividade de forma sustentável na agropecuária.

Confira abaixo a programação da Caravana ILPF em Bagé:

  • 14h30min – Abertura (Embrapa, Emater e Rede ILPF);
  • 15h15min – Integração Lavoura-Pecuária – Naylor Perez, pesquisador da Embrapa Pecuária Sul;
  • 16h – Integração Pecuária-Floresta – Hélio Tonini, pesquisador da Embrapa Pecuária Sul;
  • 16h45min – Experiência da Emater em Sistemas Integrados – Rodolfo Perske e Gilmar Deponti, engenheiros florestais da Emater;
  • 17h45min – Café e encerramento.

Fonte: Embrapa Pecuária Sul

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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