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Mestres do Cultivo: Satis promove aulas online gratuitas sobre HF

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Com foco na difusão das boas práticas no manejo das lavouras, a Satis lança nesta terça-feira, dia 05/03, a campanha Mestres do Cultivo que, nesta primeira etapa, é voltada aos produtores de HF. Quem estiver interessado em ampliar seus conhecimentos pode se inscrever e participar das aulas online gratuitas com especialistas. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link mestresdocultivo.com.

A campanha sobre HF é dividida em três módulos e cada aula tem duração entre cinco e 20 minutos cada. O primeiro módulo será sobre Nutrição vegetal e Estresse climático. “Com essa iniciativa queremos levar conhecimento gratuito e acessível aos produtos de HF. Um público ainda pouco atendido pela grande maioria das indústrias. E assim, ajudá-los a cultivar sua produção com máxima eficiência e tecnologia, garantindo assim melhores resultados”, diz Tania Grigoletto, Gerente de Marketing da Satis. “Também será uma experiência de venda online, onde a Satis irá prestar assistência técnica à distância, regiões em que ainda não possui presença física”, complementa.

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Por isso, a Satis está empenhada em difundir informações que contribuem para o melhor custo-benefício das plantações.

Confira os módulos:

  1. Nutrição vegetal e Estresse climático
  2. Manejo de Doenças e Pragas
  3. Pulverização e Comercialização

Fonte: Satis

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Café brasileiro terá que comprovar origem e rastreabilidade para manter espaço no mercado europeu

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O avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia pode ampliar oportunidades comerciais para o café brasileiro, mas também inaugura uma nova etapa de exigências para exportadores e produtores nacionais.

Mais do que qualidade, produtividade e competitividade, o mercado europeu deve passar a exigir comprovação detalhada da origem do café, rastreabilidade completa da cadeia produtiva e evidências concretas de conformidade socioambiental.

O alerta é da especialista em ESG e vice-presidente da Sustentalli, Eliana Camejo, que aponta uma mudança estrutural na forma como compradores europeus irão avaliar fornecedores brasileiros.

ESG deixa de ser diferencial e passa a ser requisito comercial

Segundo Eliana Camejo, parte da cadeia cafeeira ainda pode estar subestimando o impacto das novas regras europeias sobre exportações agrícolas.

Na avaliação da especialista, ESG não deve mais ser tratado apenas como pauta reputacional ou ferramenta institucional. Para o setor cafeeiro, a agenda passa a representar condição estratégica para manutenção de mercados, mitigação de riscos comerciais e agregação de valor ao produto.

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A tendência é que compradores europeus exijam informações cada vez mais detalhadas sobre a produção, incluindo localização da área produtiva, regularidade ambiental, histórico de desmatamento, segregação de lotes, documentação comprobatória e governança dos dados.

Mesmo empresas já consolidadas no comércio internacional podem precisar ampliar seus sistemas de controle e monitoramento para atender ao novo padrão regulatório europeu.

EUDR aumenta exigências para café exportado à Europa

A pressão sobre a cadeia produtiva tem como base o Comissão Europeia Regulamento Europeu Antidesmatamento, conhecido como EUDR.

A legislação inclui o café entre os produtos sujeitos às novas exigências de rastreabilidade e comprovação de que não possuem relação com áreas desmatadas após o marco regulatório estabelecido pela União Europeia.

Pelas regras divulgadas pela Comissão Europeia, a aplicação ocorrerá em duas etapas:

  • 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores;
  • 30 de junho de 2027 para micro e pequenos operadores.

Na prática, importadores europeus passarão a responder legalmente pela chamada diligência devida, exigindo de fornecedores brasileiros informações robustas sobre toda a cadeia produtiva.

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Isso deve impactar diretamente produtores rurais, cooperativas, armazéns, exportadores, transportadoras, beneficiadores e indústrias ligadas ao café.

Cadeia cafeeira precisará investir em governança e rastreabilidade

De acordo com Eliana Camejo, o diferencial competitivo do café brasileiro tende a migrar da qualidade isolada do produto para a capacidade de comprovação das práticas adotadas ao longo da cadeia.

Segundo ela, empresas que conseguirem demonstrar origem, rastreabilidade, regularidade ambiental e governança terão vantagem na manutenção de contratos e no fortalecimento da confiança junto ao mercado europeu.

Por outro lado, agentes que mantiverem estruturas frágeis de controle documental e gestão socioambiental podem enfrentar perda de valor comercial justamente em um momento de maior abertura internacional.

O cenário reforça a necessidade de modernização da cadeia cafeeira brasileira, especialmente em sistemas de monitoramento, integração de dados, compliance ambiental e transparência das operações voltadas à exportação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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