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CESB reforça vínculo entre sustentabilidade e produtividade com novo membro no conselho

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O Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) está ampliando a conexão entre sustentabilidade e produtividade no setor agrícola ao incluir um novo membro em seu conselho e ao propor a incorporação do conceito de Produtividade ao ASG (ambiental, social e governança), criando a sigla ASGP. Este novo enfoque busca ressaltar que a produtividade é uma parte essencial das práticas sustentáveis no agronegócio.

A inclusão do “P” de Produtividade reflete a missão do CESB, que é promover a sojicultura brasileira de forma estratégica, transparente e socialmente responsável. Para reforçar essa visão, o CESB acaba de anunciar a entrada do advogado Edsmar Resende em seu Conselho. Resende é sócio fundador da Tarpon 10b, possui mais de 20 anos de experiência em sustentabilidade e inovação, e traz um vasto conhecimento em mecanismos de mercado e relatórios de sustentabilidade, como o Global Reporting Initiative (GRI), Dow Jones Sustainability Indexes (DJSI) e Oekom Research AG.

“É uma grande honra e responsabilidade integrar o conselho do CESB. Minha paixão pelo agronegócio vem da compreensão do papel fundamental que a soja desempenha em nossa vida cotidiana. Ela tem uma enorme variedade de aplicações, indo muito além do óleo ou da nutrição animal”, diz Resende.

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A missão do CESB é difundir conhecimentos e práticas que aumentem a produtividade da cultura da soja de maneira sustentável. Resende destaca que o Comitê tem uma longa trajetória de sucesso, com reconhecimento nacional e internacional, o que se reflete nas premiações que destacam os campeões de produtividade em várias categorias.

Contribuições para o CESB

Edsmar Resende acredita que seu ingresso no CESB pode ampliar a discussão e impulsionar ações relacionadas a temas críticos para a sojicultura nacional, como mudanças climáticas, segurança alimentar e energética, além de questões envolvendo a gestão do solo e recursos naturais. Ele menciona a importância de explorar o vasto volume de dados acumulados pelo CESB para ajudar a abordar desafios futuros.

COP30

Outro ponto destacado por Resende é a importância da COP30, que será realizada no Brasil, em Belém do Pará. Ele sugere que a conferência será crucial para definir o uso e ocupação do solo pelo agronegócio e outras atividades para os próximos 30 anos.

“Como novo membro do CESB, quero analisar e apresentar ao Conselho questões importantes, como a resiliência agrícola diante de eventos climáticos extremos e a importância de uma abordagem que considere a densidade nutricional e a energia gerada por hectare, em vez de focar apenas no rendimento em sacas ou arrobas”, afirma Resende.

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O CESB conta com 19 membros especialistas e 23 organizações patrocinadoras que apoiam a busca por maior sustentabilidade e produtividade na sojicultura no Brasil, incluindo grandes empresas como BASF, BAYER e SYNGENTA. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3418.2021 ou no site www.cesbrasil.org.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do milho ficam estáveis no Brasil com foco no clima da safrinha e dólar pressionando exportações

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Mercado de milho segue com baixa movimentação no Brasil

O mercado brasileiro de milho registrou uma semana de negociações mais lentas, com cotações pouco alteradas na maior parte das regiões produtoras. O ritmo reduzido foi influenciado pelo feriado no início da semana e pela postura cautelosa de compradores e vendedores.

Além disso, o câmbio em patamares mais baixos tem dificultado a competitividade do milho brasileiro no mercado externo, impactando o ritmo das exportações.

Clima para safrinha domina atenções do mercado

Segundo o analista da Safras & Mercado, Paulo Molinari, o principal fator de atenção no momento é o clima nas regiões produtoras da segunda safra.

“O mercado mantém o foco nas condições climáticas para a safrinha, especialmente em estados como Goiás e Minas Gerais, onde as chuvas são determinantes para o desenvolvimento das lavouras”, destaca.

Preços do milho nas principais praças brasileiras

As cotações apresentaram variações pontuais nas principais regiões:

Portos:

  • Porto de Santos: R$ 65,00 a R$ 69,00/saca (CIF)
  • Porto de Paranaguá: R$ 64,50 a R$ 69,00/saca
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Interior:

  • Cascavel (PR): R$ 62,00 a R$ 63,00/saca
  • Mogiana (SP): R$ 61,00 a R$ 64,00/saca
  • Campinas (SP – CIF): R$ 67,00 a R$ 68,00/saca
  • Erechim (RS): R$ 66,00 a R$ 67,50/saca
  • Uberlândia (MG): R$ 58,00 a R$ 60,00/saca
  • Rio Verde (GO – CIF): R$ 57,00 a R$ 59,00/saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 49,00 a R$ 53,00/saca
Exportações avançam em volume, mas preço médio recua

Dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam que as exportações brasileiras de milho somaram US$ 82,85 milhões em abril (até 12 dias úteis).

Os números mostram:

  • Volume exportado: 326,8 mil toneladas
  • Média diária: 27,2 mil toneladas
  • Receita média diária: US$ 6,9 milhões
  • Preço médio: US$ 253,5 por tonelada

Na comparação com abril de 2025:

  • Alta de 184,6% no valor médio diário
  • Crescimento de 205,4% no volume médio diário
  • Queda de 6,8% no preço médio
Dólar mais baixo limita competitividade externa

Apesar do avanço nos embarques, o câmbio mais valorizado do real frente ao dólar tem reduzido a atratividade do milho brasileiro no mercado internacional, especialmente nos portos.

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Esse fator, aliado à expectativa da safrinha, contribui para um mercado mais travado no curto prazo.

O mercado de milho no Brasil segue em compasso de espera, com preços estáveis e decisões pautadas principalmente pelas condições climáticas da safrinha. Ao mesmo tempo, o cenário cambial e o ritmo das exportações continuam sendo fatores-chave para a formação de preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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