AGRONEGÓCIO

Polpanorte leva açaí brasileiro para o outro lado do mundo

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Líder nacional de produção e venda de açaí, a Polpanorte, tradicional indústria alimentícia do Grupo Zeppone, tem planos competitivos para 2024 quando o assunto é exportação. Com mais de 130 produtos no portfólio e 40 mil pontos de venda no Brasil, além de presença nas gôndolas de supermercados de 15 países da Europa, América Latina e Estados Unidos, a empresa quer aumentar a penetração internacional. E o momento não poderia ser mais favorável. No ano passado, a indústria brasileira de alimentos se firmou como a maior exportadora mundial de produtos industrializados em volume – 72,1 milhões de toneladas, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos. A Liga Árabe é um dos principais compradores e, não por acaso, a Polpanorte iniciou este mês, em Dubai, na Gulfood, sua série de participações em eventos internacionais mirando entrar no mercado Asiático e também ampliar a atual carteira de clientes e distribuidores no Oriente Médio.

“Participar de encontros internacionais de grande porte é uma estratégia comercial de aproximação com novos clientes e uma vitrine sem igual para os produtos brasileiros, por isso levamos 70 quilos de sorbet de açaí para que varejistas, fornecedores, distribuidores, atacadistas e até mesmo chefs, que participaram da Gulfood, pudessem degustar e comprovar a nossa qualidade. É uma alegria ver a satisfação do público em cada prova. Isso mostra o potencial de mercado que temos ao redor do mundo. Essa feira é uma oportunidade de estabelecer relações comerciais que vão nos levar ainda mais longe”, conta João Zeppone, Ceo do Grupo Zeppone.

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Dedicada ao processamento de frutas, produção de polpas e açaí, cremes e sorbets, além de frutas congeladas, a Polpanorte detém duas plantas industriais, em Japurá (PR) e Benevides (PA). Juntas, elas têm capacidade produtiva superior a 200 toneladas/dia de produtos acabados (sorbet de açaí, polpa de frutas e frutas congeladas).

Graças a um planejamento estratégico arrojado, que combina diversas frentes de atuação, a empresa vem conquistando cada vez mais o mercado nacional e expandindo para o exterior. O foco total na qualidade do produto, ou seja, oferecer um mix perfeito de cremosidade e sabor, é um dos diferenciais da companhia. Além disso, por meio das áreas Comercial e Trade Marketing, investe forte em canais de venda, como food service (lojas de açaí e sorveterias), e trabalha de forma intensa com ações de degustação, participação em grandes eventos e shows, incentivo e patrocínio ao esporte, além de apoiar seus parceiros de vendas com planos sustentáveis.

Pela segunda vez, a Polpanorte fez parte da delegação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) que esteve na Gulfood. Em 2024, 117 empresas, recorde de participantes, ocuparam seis pavilhões da feira, a maior de alimentos e bebidas do mercado árabe e que também recebe compradores do norte da África e da Ásia.

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Fonte: Assessoria de Imprensa – Grupo Zeppone

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Inadimplência no crédito rural atinge 11,4% e acende alerta no agronegócio brasileiro

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Crédito rural enfrenta pior nível de inadimplência da história recente

A inadimplência no crédito rural atingiu 11,4% em outubro de 2025, o maior patamar desde o início da série histórica, segundo dados da CNA. O indicador representa um salto expressivo em relação ao mesmo período de 2024, quando estava em 3,54%, e reforça o cenário de maior pressão financeira sobre produtores e empresas do agronegócio.

Além disso, o número de empresas do setor em recuperação judicial também avançou, chegando a 13,53 a cada mil empresas ativas, sinalizando um ambiente de crédito mais restritivo e desafiador.

CONACREDI se reposiciona e deixa de ser evento para virar ecossistema permanente

Em meio ao avanço da inadimplência e à maior complexidade na gestão de risco no campo, o CONACREDI anuncia uma mudança estrutural em sua atuação.

O congresso, que ao longo de dez anos se consolidou como o principal encontro de crédito do agronegócio na América Latina, passa a operar como um ecossistema contínuo de qualificação, deixando de ser apenas um evento anual.

A transformação também inclui o lançamento de uma nova identidade visual, que simboliza a transição para um modelo permanente de produção e disseminação de conhecimento.

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Crédito agro se torna área estratégica nas decisões do setor

Segundo a organização, o movimento acompanha uma mudança mais ampla no próprio agronegócio: o crédito deixou de ser apenas uma função operacional e passou a ocupar posição estratégica nas decisões empresariais.

Com margens mais pressionadas, aumento da inadimplência e maior necessidade de análise de risco, a tomada de decisão no setor exige cada vez mais dados, qualificação técnica e integração entre áreas financeiras e operacionais.

Ecossistema integra eventos, formação e inteligência de mercado

O novo modelo do CONACREDI reúne diferentes iniciativas que passam a funcionar de forma integrada ao longo do ano, formando uma rede contínua de conhecimento:

  • Congresso anual do crédito agro
  • Road shows regionais em diferentes estados
  • Pesquisa Nacional do Crédito Agro
  • CONACREDI Awards
  • MBA em Crédito, Comercialização e Gestão de Riscos no Agronegócio
  • COMUCREDI (comunidade de profissionais do setor)
  • Vitrine do Profissional de Crédito Agro
  • Livro “Vozes do Crédito Agro”

Cada frente atua em uma camada específica do ecossistema, desde a geração de dados e debates regionais até a formação de profissionais e conexão entre empresas e talentos.

Formação, dados e conexão fortalecem gestão de risco no agro

De acordo com a organização, o objetivo do ecossistema é consolidar um hub estruturado de conhecimento aplicado ao crédito agro, com impacto direto na governança e na tomada de decisão.

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Entre os principais efeitos esperados estão a qualificação técnica dos profissionais, maior precisão na análise de risco, melhoria na gestão financeira das operações e adaptação à crescente digitalização do setor.

“Cenário exige atualização constante”, afirma CEO do CONACREDI

Para a CEO do CONACREDI, o momento atual do crédito agro exige maior preparo técnico e integração entre áreas.

“O crédito agro vive um novo ciclo, marcado por maior complexidade na análise de risco, pressão sobre margens, aumento da inadimplência e necessidade de decisões mais rápidas e embasadas. Esse cenário exige atualização constante, integração entre áreas e acesso contínuo à informação qualificada”, afirma Mayra Delfino.

Panorama

O avanço da inadimplência no crédito rural reforça a necessidade de estruturas mais robustas de gestão de risco no agronegócio brasileiro. Ao mesmo tempo, iniciativas como a transformação do CONACREDI em ecossistema permanente indicam uma tendência de profissionalização contínua e maior integração entre dados, formação e mercado financeiro no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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