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Vans do Serviço de Atendimento Imediato são equipadas com mesas digitalizadoras e internet móvel

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Foto horizontal em plano fechado que mostra as mãos de um homem assinando em uma mesa digitalizadora. As vans do Serviço de Atendimento Imediato (SAI), da Justiça de Mato Grosso, são referência na solução de conflitos de trânsito. E agora elas estão mais tecnológicas, pois receberam antenas de acesso móvel à internet e mesas de assinatura digital.

Com as mesas digitalizadoras, os acordos deixam de ser impressos e passam a ser assinados eletronicamente, facilitando o acesso pelo cidadão, que recebe o documento direto no celular. Além disso, o Judiciário de Mato Grosso elimina custos com papel e manutenção de impressoras, o que torna o serviço econômico e sustentável.

Foto horizontal em plano fechado que mostra a juíza Maria Rosi de Meira Borba durante entrevista à TV.Jus. Ela é uma mulher branca, de olhos castanhos, cabelos grisalhos e bem curtos, usando camisa na cor amarelo ouro.Para a juíza Maria Rosi de Meira Borba, que atua no Juizado Especial Criminal (Jecrim) de Cuiabá, a melhoria demonstra que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso busca o aprimoramento constante de suas ferramentas. “Antes da pandemia, todos os nossos processos eram físicos, o que nós gastávamos em papel, em energia, em consumo era realmente algo muito grande. E, em poucos anos, nós estamos assim, uma vara como o Jecrim, 100% digitalizada, sem papel nenhum, as partes recebem tudo de forma on-line. É um avanço espetacular”, avalia.

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Foto horizontal em plano fechado que mostra duas camisetas do Serviço de Atendimento Imediato dispostas sobre uma mesa, uma de frente e a outra de costas, para mostrar o novo uniforme do SAI. A camiseta é azul marinho e tem a logomarca do SAI de forma estilizada na frente e tradicional nas costas. Novos uniformes aos conciliadores – Além do avanço na infraestrutura das vans do SAI, os conciliadores também foram contemplados com novos uniformes: camisetas na cor azul marinho com a logomarca do SAI estampada de forma estilizada no peito, e a logomarca tradicional nas costas. Essa padronização reforça a identidade visual do serviço, facilita a identificação dos funcionários e garante mais segurança e confiança à população atendida.

Confira esta matéria em vídeo no canal do TJMT no YouTube.

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Autor: Celly Silva e Carlos Celestino

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal do Júri condena homem a 29 anos por feminicídio em Paranatinga

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Após mais de 15 horas de julgamento, o Tribunal do Júri da Comarca de Paranatinga condenou Djavanderson de Oliveira de Araújo a 29 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pela morte da ex-companheira Juliana Valdivino da Silva. A sessão começou às 8h da manhã de terça-feira (26) e terminou às 23h20, sendo presidida pelo juiz substituto Tiago Gonçalves dos Santos.

Além do feminicídio, o réu também foi condenado pelos crimes de perseguição e violência psicológica contra a mulher. O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo fútil, emprego de fogo e recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime ocorreu em 9 de setembro de 2024. Conforme as investigações, o acusado atraiu a vítima até a antiga residência do casal sob o pretexto de que precisava de ajuda após um atropelamento. No local, jogou combustível sobre a mulher e ateou fogo. Juliana sofreu queimaduras em aproximadamente 90% do corpo e morreu após 16 dias internada.

A sentença destaca que o crime foi premeditado. Segundo o processo, o acusado comprou combustível horas antes do feminicídio e utilizou uma falsa história para convencer a vítima a retornar ao imóvel.

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Na decisão, o magistrado negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou a execução imediata da pena.

O crime ocorreu em setembro de 2024, a denúncia foi recebida em outubro do mesmo ano, a audiência de instrução foi realizada em janeiro de 2025 e a sentença de pronúncia foi proferida em março de 2025. O julgamento pelo Tribunal do Júri ocorreu menos de dois anos após o crime.

O processo tramita sob o número 1002402-82.2024.8.11.0044 e como toda decisão de Primeiro Grau é passível de recurso.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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