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TJMT celebra boas práticas ambientais com premiação do ReciclaJUD em Várzea Grande

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Nesta sexta-feira (10), a partir das 15h, serão conhecidos os vencedores da competição ReciclaJUD – edição Várzea Grande, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso destinada à arrecadação de resíduos recicláveis entre as unidades judiciais da Comarca e importante aliada no fortalecimento da cultura de sustentabilidade no ambiente de trabalho.

A edição foi criada por meio de um edital elaborado a pedido da juíza diretora do Foro da Comarca de Várzea Grande, Christiane da Costa Marques Neves, e contribui para o fortalecimento da cultura de sustentabilidade no ambiente de trabalho.

Na competição, cada unidade participante realizou a separação dos resíduos por tipo de material, promovendo a pesagem semanalmente nas Centrais de Resíduos do Complexo dos Juizados Especiais da Comarca de Cuiabá, do Fórum de Várzea Grande e do Tribunal de Justiça.

Garrafas e embalagens plásticas, latinhas e objetos de alumínio, papéis, papelão e materiais de papelaria, além de tampas plásticas e metálicas, entre outros itens, serão destinados à ASMATS (Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Mato Grosso Sustentável). Já os livros arrecadados terão como destino a Biblioteca Municipal de Várzea Grande.

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A consolidação dos dados, a elaboração do ranking das unidades participantes e a divulgação dos resultados parciais e finais são responsabilidade da Diretoria do Foro da Comarca.

Ferramenta de conscientização ambiental

Durante o evento, o Poder Judiciário também disponibilizará ao público e aos servidores a Calculadora Itinerante de Compensação de Gases de Efeito Estufa, uma ferramenta criada para medir a quantidade de carbono gerada por cada pessoa, incentivando práticas de compensação ambiental.

Reforço à cultura de sustentabilidade

Ao transformar a coleta seletiva em uma atividade colaborativa e educativa, o programa contribui para o fortalecimento da cultura de sustentabilidade no ambiente de trabalho, despertando a conscientização de magistrados, servidores e colaboradores sobre a importância da gestão adequada dos resíduos sólidos.

A iniciativa favorece a integração de valores ambientais às rotinas administrativas, em conformidade com as diretrizes do Plano de Logística Sustentável (PLS) e do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) do Tribunal de Justiça.

Iniciativa e propósito

O Programa ReciclaJUD é uma iniciativa idealizada pelo Núcleo de Sustentabilidade em parceria com a Corregedoria-Geral da Justiça, por meio do Departamento Judiciário Administrativo (Daje), somando-se a outras ações voltadas à formação de um coletivo socioambiental mais responsável.

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A coordenação do Núcleo de Sustentabilidade é conduzida pelo desembargador Rodrigo Curvo.

A primeira edição do ReciclaJUD foi em maio de 2025, durante a Semana Nacional dos Juizados Especiais, como um torneio de coleta seletiva entre os Juizados Especiais de Cuiabá e Várzea Grande, o Núcleo de Justiça Digital (NDJE) e as Turmas Recursais, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Ações do TJMT ajudam população em situação de rua a reconstruir caminhos

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Dois homens sentados em uma mureta baixa diante de banner roxo com a frase "Atendimento Aqui" e "Acesso à Justiça para Pessoas em Situação de Rua". Um cachorro dorme na grama ao lado.“O combate à invisibilidade passa por reconhecer essas pessoas vulneráveis como sujeitos de direitos, não apenas como casos sociais”. A fala é do juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, e retrata uma realidade enfrentada pela população em situação de rua em todo o país.
Em meio à correria das cidades, essas pessoas acabam passando despercebidas pela sociedade, mesmo que estejam em busca de dignidade. Em Mato Grosso, no entanto, esse cenário tem sido enfrentado com atuação ativa do Poder Judiciário.
Continuamente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) desenvolve ações para garantir que essas pessoas sejam vistas não apenas pelas vulnerabilidades, mas como cidadãos com direitos assegurados pela Constituição Federal.
Homem de óculos e camiseta branca com logo "Pop Rua Jud" dá entrevista. Um microfone da TV Justiça e um celular estão posicionados à frente dele para a gravação.A proposta do TJMT vai além do atendimento jurídico tradicional, construindo possibilidades de recomeço a partir da recuperação de documentos, acesso a serviços públicos e benefícios sociais, emprego e outras iniciativas de acolhimento. Para o juiz Wanderlei José dos Reis, levar o aparato da Justiça até essa população é fundamental para o enfrentamento dessas barreiras.
“O modelo tradicional de Justiça não alcança essas pessoas, por isso temos a Resolução CNJ n.º 425/2021, que estabeleceu mais uma política pública judiciária, instituindo que o Judiciário deve ser proativo. Ao caminharmos ao encontro delas, concretizamos o princípio do acesso universal à Justiça e densificamos o princípio da dignidade humana, ambos previstos na Constituição”, avalia o magistrado.
Wanderlei Reis, que é titular da 2ª Vara de Família e Sucessões de Rondonópolis e coordenador do PopRuaJud, explica ainda que, por meio de mutirões de cidadania e projetos itinerantes, o Judiciário leva atendimento até os locais onde essas pessoas estão. O objetivo é oferecer orientação, acolhimento e assegurar direitos básicos.
Mulher em guichê de atendimento conversa com homem sentado à sua frente. Entre eles, um computador mostra o sistema. O ambiente é amplo e sugere uma ação de serviços públicos.O magistrado relata que as demandas apresentadas são diversas. Há busca por documentos civis, atendimento de saúde, benefícios assistenciais, trabalhistas e até auxílio em questões familiares. Existem ainda casos envolvendo violência, discriminação e violação de direitos. Segundo Wanderlei Reis, o trabalho engajado do TJMT também cria uma relação de confiança entre a instituição e essa população.
“Nossas ações envolvem parcerias com órgãos de assistência social, Defensoria Pública e outras entidades que nos ajudam a proporcionar um atendimento diversificado, humanizado e simplificado. Dessa forma, conseguimos oferecer suporte completo, permitindo que essas pessoas encontrem caminhos para retomar a própria autonomia”, pontua o juiz coordenador.
*A expressão “casos sociais” costuma ser usada para tratar pessoas vulneráveis apenas como um problema assistencial, alguém que depende de ajuda ou caridade, sem enxergar sua individualidade, cidadania e direitos garantidos por lei.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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