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Campanha de reciclagem mobiliza servidores e premia boas práticas em Rondonópolis

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A Comarca de Rondonópolis inicia nesta segunda-feira (27 de abril) a primeira edição da campanha ReciclaJud, uma ação que incentiva a coleta de materiais recicláveis, promove educação ambiental e ainda gera impacto social ao destinar os resíduos para cooperativas de catadores.

A iniciativa foi instituída pelo Edital nº 05/2026 e convida servidores, magistrados, estagiários e colaboradores a participarem de uma mobilização coletiva em prol da sustentabilidade. A proposta é simples: arrecadar materiais recicláveis, como plásticos, papéis e metais, fora do ambiente de trabalho e levá-los até pontos de coleta definidos na comarca.

Além de estimular hábitos ambientalmente conscientes, a campanha busca ampliar o alcance da sustentabilidade para além do local de trabalho, incentivando mudanças também nas residências e comunidades dos participantes.

Um dos conceitos centrais da ação é a chamada economia circular. Na prática, isso significa reaproveitar materiais que seriam descartados, reduzindo o volume de lixo enviado aos aterros sanitários e contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Outro destaque da campanha é o impacto social. Todo o material arrecadado será destinado a uma cooperativa de catadores de recicláveis de Rondonópolis, contribuindo diretamente para a geração de renda e valorização desses trabalhadores.

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Para a juíza diretora do Foro, Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni, a iniciativa vai além da competição e representa um processo de aprendizado coletivo. “Para nossa Comarca, participar dessa competição que acaba por se converter num processo altamente educativo, é um privilégio e oportunidade de aprendizado. O melhor de tudo é que nos tornamos multiplicadores desse tipo de ação, tornando hábitos em nossos próprios lares a separação do lixo e a arrecadação de recicláveis. A mudança de consciência e de atitude faz de todas as equipes reais vencedoras”, destacou.

Ao final da campanha, as três unidades com melhor desempenho serão premiadas com troféus de ouro, prata e bronze, durante evento da Semana do Meio Ambiente. A proposta é reconhecer o engajamento e incentivar a continuidade de práticas sustentáveis no dia a dia.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última quinta-feira (23 de abril), na página 118.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa Magistratura e Sociedade discute relações de poder no Judiciário com filósofo Silvio Gallo

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Cartaz digital com a foto de um homem calvo e de óculos em um círculo. Traz o texto Já está no ar a 36ª edição do programa Magistratura e Sociedade, trazendo uma reflexão profunda sobre o papel do poder nas relações sociais, educacionais e no âmbito do Judiciário. O episódio apresenta entrevista com o filósofo e pedagogista brasileiro Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, referência na área de Filosofia da Educação e autor de estudos fundamentais sobre pedagogia libertária no Brasil.

A conversa é conduzida pelo juiz de Direito e professor de Filosofia da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Gonçalo Antunes de Barros Neto, e tem como tema “Jurisdição, Sociedade e Formação Filosófica”.

Durante a entrevista, Gallo propõe uma leitura crítica inspirada no pensamento do filósofo francês Michel Foucault, destacando que todas as relações humanas são atravessadas por relações de poder — desde os vínculos econômicos e afetivos até o exercício da docência e da jurisdição. Segundo ele, reconhecer essa dinâmica é essencial para compreender o papel dos diferentes atores envolvidos, especialmente no sistema de Justiça.

“O magistrado, ao proferir sua decisão, também exerce um poder”, explica o filósofo, ressaltando que os processos judiciais são permeados por múltiplas forças e interesses em disputa. Gallo chama atenção para a necessidade de uma postura crítica diante do poder. “Precisamos sempre desconfiar do poder, porque nenhum poder é legítimo por natureza.”

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No programa, o entrevistado destaca ainda que essa reflexão é particularmente relevante no Poder Judiciário, cuja legitimidade não se funda no voto popular, reforçando a importância de uma atuação consciente, ética e sensível às complexidades sociais. Ao longo do programa, outros aspectos relacionados à formação filosófica, ao papel da educação e à atuação crítica dos profissionais do Direito também são abordados.

Produzido pela Esmagis-MT, com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça, o programa Magistratura e Sociedade busca fortalecer a formação humanística da magistratura, incentivando a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça e promovendo uma prática jurisdicional mais ética, equilibrada e humanizada.

O programa completo pode ser assistido neste link.

https://www.youtube.com/watch?v=xigv9xQGeEo

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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