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Assembleia promove Feira de Artesanato e Gastronomia da ASR

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A Assembleia Legislativa, por meio do Instituto Memória do Poder Legislativo, realiza de hoje (22) até amanhã (23), a Feira de Artesanato e Gastronomia da Associação de Senhoras Rotarianas (ASR). A exposição acontece no saguão de entrada da Assembleia, começando às 8 horas e terminando às 17 horas, e conta com quinze expositores.

“A Assembleia Legislativa está sempre de portas abertas para acolher todas as instituições. Essas pessoas que trabalham com artesanato não possuem um ponto fixo para expor suas mercadorias, então, aqui é um local que damos apoio para todas as entidades para que possam divulgar seu trabalho e fazer suas vendas”, explicou a superintendente do IM, Mara Regina Visnadi.

Conforme a vice-presidente da ASR, Carla Moraes Farah, a feira conta com exposição de cerâmicas, maquiagens e utensilíos para o lar, além de chocolates, comidas em geral, salgadinhos, entre outros.

“Esses eventos ajudam a divulgar a Casa da Amizade para as pessoas conhecerem. Nós trabalhamos com uma associação sem fins lucrativos que faz obras sociais. Então, todas nossas arrecadações que conseguimos direcionamos para os nossos projetos, que são Vidas Salvam Vidas (projeto que incentiva pessoas doadoras de sangue, medula e órgãos), Reflorestando o Brasil (trata-se de um programa internacional) e abrigo Bom Jesus (ajuda com lanches, fazemos pique-pique”, disse Carla Farah.

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A feira, conforme Farah, assim como outros eventos – brechó ou Chá da Amizade – ajudam a Instituição a manter obras sociais. “Temos o Rotary como parceiro, mas somos uma entidade independente”, complementou a vice-presidente.

Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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