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Gaeco-MT integra força-tarefa que prendeu foragido do estado no RJ

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco-MT), participou da força-tarefa que resultou na prisão de Rafael Amorim de Brito, na quarta-feira (7), no município de Itaboraí (RJ). Ele é apontado como o autor dos disparos que mataram o sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, em maio de 2024, em Cuiabá. O militar foi baleado em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro.Segundo apurado, o suspeito estava escondido no Complexo do Alemão e foi preso quando deixou a comunidade para cometer um roubo em Itaboraí. Rafael Amorim de Brito integrava a lista vermelha do Programa Captura, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que reúne os criminosos mais perigosos e prioritários do país. Contra ele, havia quatro mandados de prisão por homicídio, roubo, corrupção de menores e associação criminosa. Além disso, o criminoso tinha passagens por estupro e tráfico de drogas.A operação foi deflagrada após trabalho de inteligência integrado entre o Gaeco-MT (força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo), a Diretoria da Agência Central de Inteligência da Polícia Militar de Mato Grosso, a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), da Polícia Federal.Após que a Justiça autorizar, Rafael Amorim de Brito será transferido para Mato Grosso, onde deverá cumprir os mandados de prisão em aberto e responder pelos crimes.

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Foto: Reprodução Secom-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT fortalece defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+

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Garantir o respeito à diversidade e combater todas as formas de discriminação estão entre as atribuições do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). No dia 28 de junho, quando é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, a instituição reforça seu compromisso com a defesa dessa população, atuando para assegurar direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, promover a cidadania, fiscalizar políticas públicas de inclusão e responsabilizar autores de práticas discriminatórias.A proteção desses direitos tem fundamento na Constituição Federal, que assegura a igualdade, a liberdade e a dignidade de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. Nos últimos anos, importantes avanços foram consolidados no campo da proteção à população LGBTQIAPN+, entre eles o reconhecimento da união estável e do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a possibilidade de alteração de nome e gênero no registro civil sem necessidade de cirurgia, a equiparação da homofobia e da transfobia ao crime de racismo e o fortalecimento das garantias de igualdade, inclusão e respeito à identidade de gênero em diferentes espaços sociais.Além disso, práticas como recusar atendimento, humilhar, constranger, excluir ou agredir alguém em razão da orientação sexual ou da identidade de gênero são passíveis de responsabilização. Nesse contexto, o Ministério Público atua tanto na repressão quanto na prevenção de violações de direitos. A instituição recebe e apura denúncias de discriminação e violência, acompanha e fiscaliza a implementação de políticas públicas voltadas à inclusão social, promove a defesa dos direitos fundamentais e desenvolve ações educativas para conscientizar a população sobre a importância do respeito à diversidade e do combate à intolerância.As violações podem ocorrer em diferentes espaços da convivência social. Casos de discriminação são registrados em escolas e universidades, unidades de saúde, repartições públicas, ambientes de trabalho, estabelecimentos comerciais, espaços religiosos e também nas plataformas digitais. Em todas essas situações, o Ministério Público pode atuar para apurar os fatos, acolher e orientar as vítimas, promover a responsabilização dos envolvidos e adotar medidas destinadas à prevenção de novas violações.O MPMT reforça que vítimas e testemunhas de discriminação ou violência não devem permanecer em silêncio. A denúncia é uma ferramenta fundamental para a proteção de direitos e para o enfrentamento de práticas discriminatórias. Em situações de urgência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Para registrar denúncias, a população pode procurar a Ouvidoria do Ministério Público pelo telefone 127, pelos números de WhatsApp (65) 99271-0792 e (65) 99255-4681, ou ainda buscar a Promotoria de Justiça mais próxima.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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