Mais de 100 professores participam desde terça-feira (12.8), da formação presencial “Metodologia do Ensino do Esporte no Contexto Escolar”, que termina nesta quinta-feira (14), na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Cáceres. O encontro é promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), com apoio da Unemat, responsável pela equipe de instrutores.
A formação tem como objetivo capacitar os professores de práticas esportivas das escolas de Tempo Integral da rede estadual de Mato Grosso, com procedimentos pedagógicos baseados em abordagens atuais e inovadoras da Pedagogia do Esporte.
Participam da formação professores de educação física atribuídos nas 13 escolas de Tempo Integral vocacionadas ao esporte de sete Diretorias Regionais de Educação (DREs): Alta Floresta, Confresa, Juína, Matupá, Metropolitana, Rondonópolis e Tangará da Serra.
As modalidades ofertadas nesta formação, são: badminton, futsal, basquete, tênis de mesa, ginástica rítmica, atletismo, handebol, voleibol, judô, xadrez e natação.
A formação está sendo ministrada por instrutores renomados nacionalmente, como Wilton Santana, instrutor de futsal da Conmebol; a presidente do Comitê Científico da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, Taisa Belli; faixa preta de Judô e Jiu Jitsu, Mariana Simões Pimentel; treinador de Badminton World Federation, Gabriel Henrique Ornaghi; e a treinadora das categorias de base da seleção feminina de handebol da Confederação Brasileira de Handebol, Camila Dionizio; entre outros.
Segundo a Coordenadora de Educação em Tempo Integral, Gláucia Nuanes, “a proposta busca contribuir para a permanência dos jovens nas escolas de tempo integral, incentivar e fortalecer o sentimento de pertencimento à escola e à comunidade. Além disso, pretende colaborar para o desenvolvimento integral dos estudantes, promovendo relações interpessoais saudáveis e o cuidado com a saúde física e mental”.
Os produtores da agricultura familiar de Chapada dos Guimarães receberam, nesta sexta-feira (3.7), a Feira do Produtor “Espaço Carmelita Joana da Paixão Brito” revitalizada e ampliada. A obra, aguardada há décadas por quem depende da comercialização direta de alimentos, oferece uma estrutura mais ampla, coberta e adequada para atender os consumidores, fortalecendo a geração de renda das famílias rurais.
Para quem trabalha na feira, a entrega representa mais do que uma obra física: é o fim de anos enfrentando sol, chuva e frio durante a comercialização dos produtos. Morador da comunidade Pé d’Água Fria e produtor há mais de dez anos, Veriano Siqueira afirmou que a ampliação era uma reivindicação antiga dos feirantes.
“Foi uma boa coisa. A gente esperava isso há muitos anos. Antes sofria com chuva e sol, agora estamos debaixo de uma cobertura”, destacou.
A produtora rural Ivone Pereira de Araújo, da Chácara Vitória, descreveu o momento como a realização de um sonho coletivo.
“É muito emocionante, porque isso era esperado há muitos e muitos anos. Eu estou aqui há cinco anos, mas tem gente que lutou quase 30 anos esperando por esse momento. Não foi fácil trabalhar no sol, na chuva e no frio, mas hoje estamos muito felizes”, afirmou.
Segundo ela, a estrutura antiga não atendia a todos os agricultores que comercializavam na feira.
“A estrutura anterior não comportava nem a metade dos produtores. O correto é fazer para todos, e não apenas para uma parte”, ressaltou. Ivone produz frango caipira, ovos, hortaliças e doces, que são comercializados diretamente no local.
O produtor José Rodrigues Cruz, da Chácara Recanto Feliz, também celebrou a conquista.
“Agradeço primeiro a Deus e também a todos que se empenharam para realizar essa obra, especialmente o Governo do Estado, que entende bem o nosso trabalho”, disse.
Ele destacou que o investimento garante melhores condições para quem vive da agricultura familiar.
“Parabéns pela atitude de apoiar os produtores e oferecer um espaço digno para que possamos trabalhar sem ficar expostos à chuva e ao sol”, afirmou.
O sentimento é compartilhado por outros feirantes, que veem na nova estrutura o reconhecimento de uma luta histórica.
“Receber esse novo espaço foi uma maravilha. É um motivo de muita gratidão. Nós, feirantes, sabemos o sofrimento que passamos durante tantos anos trabalhando na rua e enfrentando dificuldades. Agora ficou maravilhoso”, relatou uma das produtoras.
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