A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) tem avançado na construção dos três novos Hospitais Estaduais: no Araguaia (em Confresa), em Juína e em Tangará da Serra. O projeto arquitetônico de cada unidade possui uma área total de cerca de 18 mil m², entre edificação principal e edificações periféricas.
Os três novos Hospitais Estaduais contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI, entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento de média e alta complexidade.
“No final de março, já entregamos o novo Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, e estamos construindo mais três hospitais de forma simultânea. Tudo isso para cobrir os vazios assistenciais de saúde, com serviços disponíveis próximo à casa dos moradores em todo o Estado, diminuindo a necessidade de deslocamento para a capital”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.
Conforme a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, as obras dos três novos hospitais tem avançado de forma significativa.
“A Secretaria vai finalizar as novas unidades de saúde para a região do Araguaia, Juína e Tangará da Serra com todo o cuidado, assim como ocorreu com o Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá, e com o hospital em Alta Floresta. Esse trabalho sério e comprometido com a população é motivo de muito orgulho para a gestão”, afirmou.
O Hospital Estadual do Noroeste Mato-grossense, em Juína, está com 60% de andamento e tem custo previsto de R$ 136 milhões em obras.
Já foi concluída a estrutura, coberturas, sistema hidráulico e sistema sanitário da edificação principal, piso porcelanato, revestimento dos banheiros, paredes em alvenaria e drywall, estrutura das edificações periféricas, alvenaria do abrigo de gases, parte da rede de média tensão e impermeabilização.
Crédito: SES-MT
O Hospital Estadual do Araguaia Xingu, em Confresa, atingiu 60% dos R$ 147 milhões previstos de investimento.
Já foram concluídos o estrutural dos prédios principal e externo, alvenaria do prédio principal, estruturas metálicas e cobertura do prédio principal, revestimentos dos banheiros, pele de vidro interna, e instalação dos reservatórios tipo taça.
Crédito: SES-MT
A construção do Hospital Estadual do Médio Norte, em Tangará da Serra, chegou a 56% de andamento, com a previsão de investimento de R$ 145 milhões em obras.
Já foram finalizados o estrutural do prédio principal, alvenaria do prédio principal, estruturas metálicas da cobertura, revestimentos dos banheiros, Pele de vidro interna, impermeabilização e instalação dos reservatórios tipo taça.
As três unidades de saúde contarão com 10 consultórios médicos, dois consultórios para atendimento a gestantes, quatro salas pré-parto, parto e pós-parto (PPP), seis salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia, colonoscopia e raios X.
Saiba mais sobre o Hospital de Alta Floresta
Com investimento de R$ 205 milhões, sendo R$ 186,9 milhões em obras e R$ 18,1 milhões em equipamentos, o Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, foi inaugurado no dia 26 de março de 2026.
A unidade conta com 18 mil m² de área construída e com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI, sendo 20 para adultos, 10 de UTI pediátrica e 10 de Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) pediátrica.
Com estrutura moderna e tecnologia de ponta, o hospital funcionará como referência para a região. Dentre as especialidades previstas para a unidade, estão: oncologia, cardiologia intervencionista, ortopedia, cirurgia geral, pediatria clínica e cirúrgica, urgência e emergência, neurologia e neurocirurgia.
A Escola Estadual de Tempo Integral Daury Riva tem se destacado com o projeto “Cultivando o Futuro: Educação, Sustentabilidade e Práticas na Escola”, uma iniciativa que vem transformando o processo de ensino-aprendizagem por meio da integração entre conteúdo pedagógico e práticas sustentáveis. A proposta busca estimular nos estudantes a consciência ambiental, hábitos saudáveis e o senso de responsabilidade com o meio em que vivem.
A partir da criação e manutenção de uma horta escolar, os alunos passam a vivenciar, na prática, conteúdos trabalhados em sala de aula. A experiência torna o aprendizado mais dinâmico, participativo e conectado à realidade, além de incentivar a curiosidade e a busca ativa por conhecimento.
Segundo o professor Cleber Borges dos Santos, que atua com protagonismo estudantil, o projeto fortalece o envolvimento dos alunos nas atividades da escola. “A gente incentiva muito a participação deles. No clube, eles trazem ideias, ajudam no plantio e se sentem responsáveis pelas ações. É um momento de interação, de trabalho em grupo e de desenvolvimento do respeito e da coletividade”, destacou.
Para o professor de matemática e pensamento científico, Eder Rodrigues dos Santos, a horta vai além do cultivo de alimentos. “Ela é um espaço de aprendizado prático, onde os alunos desenvolvem conhecimentos em ciência e matemática, além de valores como responsabilidade, paciência e trabalho em equipe. Investir na horta é investir em educação, saúde e futuro”, afirmou.
Os estudantes também relatam mudanças significativas na forma como enxergam o aprendizado e sua participação na escola. Kaiky Frasson, do 7º ano, conta que passou a se sentir mais valorizado. “Antes eu achava que minha opinião não fazia diferença, mas no clube aprendi que posso contribuir e ajudar a construir coisas com meus colegas. Isso me fez sentir protagonista”, disse.
Já Maria Luísa Oliveira Souza, também do 7º ano, destaca o ambiente acolhedor e colaborativo. “No clubinho eu me sinto respeitada e ouvida. A gente aprende a trabalhar em equipe, dividir tarefas e resolver problemas juntos. Isso me deixou mais confiante e responsável”, relatou.
Além de estimular o trabalho em equipe, o projeto contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e científico, já que os alunos são incentivados a observar, analisar e buscar soluções para os desafios encontrados no cultivo da horta.
Por fim, a diretora da escola Rosicacia Florêncio Costa, avalia que a iniciativa também fortalece a cultura maker, colocando os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado, com atividades práticas que desenvolvem autonomia e criatividade. “Ao compreenderem a origem dos alimentos e a importância da preservação ambiental, os jovens passam a adotar atitudes mais conscientes no dia a dia e a convivência na escola fica muito melhor”, finalizou.
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