Mato Grosso

Liberdade, discernimento e responsabilidade são fundamentais na vida

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“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” é uma frase de origem bíblica, encontrada na primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 6, versículo 12. Essa expressão significa que, embora possamos ter liberdade para fazer muitas coisas, nem todas elas são apropriadas ou benéficas para nós. É um lembrete de que devemos exercer discernimento e responsabilidade em nossas escolhas para evitar consequências negativas.

A liberdade, o discernimento e a responsabilidade são pilares fundamentais na condução de nossas vidas. A liberdade nos concede a capacidade de fazer escolhas, de decidir o caminho que desejamos seguir. É um poderoso presente que nos permite explorar e moldar nosso destino.

No entanto, a liberdade vem acompanhada do discernimento. Ter discernimento significa não apenas fazer escolhas, mas também compreender as implicações e consequências de cada decisão. É a habilidade de enxergar além do momento presente, considerando os efeitos a curto e longo prazo de nossas ações.

Nesse contexto, a responsabilidade se torna essencial. Com a liberdade de escolher e o discernimento para fazer escolhas sábias, também assumimos a responsabilidade pelas nossas ações. Cada decisão que tomamos afeta não apenas a nós mesmos, mas também as pessoas ao nosso redor e o mundo em geral.

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A liberdade sem discernimento e responsabilidade pode se tornar um caminho perigoso. Escolhas impulsivas ou egoístas podem levar a consequências indesejadas, prejudicando não só a nós mesmos, mas também aqueles que amamos.

É fundamental lembrar que somos seres interdependentes e nossas ações têm impacto no coletivo. A liberdade deve ser exercida com sabedoria, considerando o bem-estar de todos. O discernimento nos ajuda a fazer escolhas alinhadas com nossos valores e objetivos, buscando sempre o crescimento pessoal e o bem comum. A responsabilidade nos convida a ser agentes ativos da nossa própria vida, assumindo o controle das nossas escolhas e aceitando as consequências que elas trazem.

Ao fazer isso, fortalecemos nossa autonomia e amadurecemos como indivíduos.

Portanto, é crucial cultivar uma mentalidade consciente, que nos permita exercer nossa liberdade com discernimento e responsabilidade. Através desse equilíbrio, encontramos uma trajetória mais significativa e gratificante, construindo um futuro que seja verdadeiramente nosso, em harmonia com os outros e com o mundo ao nosso redor.

Que este artigo sirva como reflexão para todos, visto que estamos apenas de passagem neste mundo. Faça o bem! Não importa a circunstância, ainda que lhe façam o mal, responda com amor. Lembremos que tudo nos é permitido, mas nem sempre nos convém. A justiça do homem pode demorar, mas a de Deus não falha.

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Virginia Mendes é economista e primeira-dama de MT

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

OAB-MT requer o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição de Paulo Gonet

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Foto da Notícia: OAB-MT requer o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição de Paulo Gonet

imgO Conselho Seccional da OAB-MT e o Colégio de Presidentes das Subseções, reunidos nesta terça-feira (08/09), em sessões extraordinárias, deliberaram por unanimidade pela necessidade de uma investigação rigorosa, independente, célere e transparente sobre os fatos relacionados ao chamado Caso Master e eventual envolvimento de autoridades públicas, inclusive ministros do Supremo Tribunal Federal.
A deliberação inclui o pedido para que sejam adotadas as medidas cautelares juridicamente cabíveis, entre elas o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição do procurador-geral da República, Paulo Gonet, diante das circunstâncias que possam comprometer a necessária imparcialidade institucional.
A OAB-MT adota uma posição firme, incisiva e inegociável na defesa do Estado Democrático de Direito. Diante de fatos que possam atingir a credibilidade das mais altas instituições da República, não cabe à Ordem assistir passivamente, silenciar ou relativizar a necessidade de esclarecimento.
A sociedade brasileira exige respostas. E a OAB-MT entende que nenhuma autoridade, independentemente da posição que ocupe, pode estar imune à apuração e às consequências jurídicas de seus atos.
A iniciativa não representa prejulgamento. Representa, ao contrário, o exercício pleno da responsabilidade institucional da OAB de cobrar transparência, independência e efetividade na apuração de fatos que possam comprometer a confiança da sociedade nas instituições.
A deliberação será apresentada em Brasília na reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais com a diretoria do Conselho Federal.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

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Fonte: OAB – MT

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