Mato Grosso

Batalhão Ambiental fecha garimpo irregular, apreende máquinas e aplica multa de R$ 97 mil

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, com apoio da Força Tática, fecharam um garimpo irregular, nesta quinta-feira (7.5), na zona rural do município de Aripuanã (1.001 km de Cuiabá). Um homem foi preso em flagrante por crime ambiental e multado em R$ 97 mil.

Durante desdobramento da Operação Amazônia/Flora, as equipes identificaram uma área com intensa degradação ambiental em uma propriedade localizada na Linha Poraquê. No local, os militares flagraram uma escavadeira hidráulica em funcionamento dentro de uma cava aberta para extração mineral. O operador da máquina informou ser o responsável pela atividade e admitiu não possuir licença ou autorização ambiental para o funcionamento do garimpo.

Durante a fiscalização, os policiais constataram extensa área degradada, com solo exposto, alterações na vegetação nativa, abertura de crateras, movimentação de sedimentos e acúmulo de rejeitos. Também foram encontrados equipamentos utilizados na extração mineral, como uma caixa concentradora e dois motores estacionários.

Além disso, a equipe localizou um acampamento improvisado utilizado pelos envolvidos na atividade ilegal, contendo redes, ferramentas, roupas, utensílios domésticos e alimentos. A escavadeira hidráulica foi apreendida e encaminhada para depósito no município de Colniza. Já os motores estacionários foram destruídos no local devido à impossibilidade de remoção.

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O acampamento utilizado pelos garimpeiros também foi destruído. O responsável pela atividade foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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