Cuiabá

Vereadora Maysa entrega título de cidadã cuiabana à Fátima Castelli e Neide Pando

Publicado em

16/10/2024
Vereadora Maysa entrega título de cidadã cuiabana à Fátima Castelli e Neide Pando
A vereadora Maysa Leão (Republicanos) entregou nesta terça (15.10) o título de cidadã cuiabana à Fátima Castelli e Neide Pando. Ambas têm trabalho dedicado a projetos sociais e filantrópicos na capital mato-grossense.&nbsp
“Eu quero apresentar para vocês as novas cidadãs cuiabanas. Cuiabá ganha duas grandes mulheres! Elas merecem!”, declarou a vereadora Maysa no momento da entrega das honrarias.
Sobre Fátima Casteli
Fátima Regina Casteli e Pinheiro nasceu em 17 de maio de 1966, no município de Frederico Westphalen, Rio Grande do Sul. Seu país, Advino Casteli e Alzira Casteli, são do Rio Grande do Sul e vieram com toda família para Mato Grosso em 1974, local onde é hoje o município de Primavera do Leste.
Fátima veio estudar em Cuiabá com apenas 12 anos de idade. Cresceu e constituiu família na capital. Fez a graduação em Serviço Social pela UFMT. Também é pós-graduada em Gestão de Marketing e Varejo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Trabalhou 28 anos na Caixa Econômica Federal onde, nos últimos 7 anos (2010/2017), exerceu a função de Gerente Regional da Construção, contribuindo para construção de aproximadamente 20 mil unidades habitacionais na cidade de Cuiabá.
Sobre Neide Pando
Neide Jusceli Pando nasceu no dia 21 de outubro de 1960 em Tupi Paulista – SP, veio para Cuiabá em 1983 a convite de um amigo para conhecer Cuiabá.
Em seu segundo dia em Cuiabá foi chamada pelo deputado Kazuo Sano para trabalhar na recepção da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em apenas dois meses foi promovida a chefe das secretarias e após dois meses foi chamada para trabalhar com a Nadir Nascimento Souza, secretaria de serviço legislativo.
Em 1988, viajou o Estado inteiro de Mato Grosso trabalhando na Constituinte.
Em 1990, sua mãe e seu irmão caçula vieram para morar em Cuiabá, estando até hoje. Seu irmão constituiu família e teve seu primeiro filho, o sobrinho que mora com ela há 16 anos, ficando sob seus cuidados.
Em 2018, após 35 anos de serviços prestados à ALMT, se aposentou e recebeu o título de cidadã mato-grossense.
Neide sempre buscou contribuir com projetos sociais que auxiliam famílias em vulnerabilidade social, dedicando-se como voluntária na cidade de Cuiabá.
Da Assessoria&nbsp

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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