BRASIL

Anexo BZ: nova casa de eventos promete agitar as noites de Brasília

Publicado em

Anexo BZ: nova casa de eventos promete agitar as noites de Brasília
Redação GPS

Anexo BZ: nova casa de eventos promete agitar as noites de Brasília

Uma nova casa noturna abrirá as portas nesta sexta-feira (26). A Anexo BZ funcionará na quadra 02 do Setor de Abastecimento e Armazenamento Norte (SAAN) e promete ser um ponto de referência para eventos que vão desde happy hours descontraídos até baladas imperdíveis.

O Anexo BZ é resultado do sonho compartilhado por três empreendedoras, que perceberam a crescente demanda por espaços noturnos na capital federal. Com mais de 500 metros quadrados dedicados ao entretenimento, a casa conta com uma arquitetura moderna, estacionamento amplo e seguro, além de uma proposta que promete agradar a diversos públicos. Os ingressos para a inauguração estão disponíveis no Sympla.

Para marcar o início da nova jornada, o Anexo BZ recebe uma programação especial. O DJ Chicco Aquino, com mais de 25 anos de experiência na cena musical, será o responsável por um set especial de abertura.

Leia Também:  Corpo de Silvio Santos é sepultado em cemitério judaico de SP

A cantora Lia Almeida, conhecida por sua voz potente e carisma, também é uma das atrações principais. Nascida em Quixadá (CE), Lia já conquistou o público de Brasília com sua performance enérgica e repertório diversificado. “É uma honra participar dessa inauguração e mostrar um pouco do meu trabalho para o público da cidade”, afirma Lia. Para fechar a noite com chave de ouro, a banda Gemmius trará um set vibrante de música eletrônica.

O Anexo B também apostou na decoração inspirada na Urban Art. Com letreiros neon e grafites assinados por Pedro Lima, o espaço é projetado para criar ambientes instagramáveis e oferecer uma experiência visual e sonora. A casa possui três bares, sendo dois externos e um interno, e uma carta de bebidas sofisticada, desenvolvida em parceria com o renomado Barziin Gastrobar.

Daphinie Torquato, uma das sócias do Anexo BZ, compartilha: “A inauguração do Anexo BZ é o culminar de um sonho que começou há seis anos com o Barziin. Agora, com toda a experiência adquirida, estamos prontos para oferecer ao público de Brasília uma experiência noturna inigualável.”

Leia Também:  Programa Chevening abre inscrições em 6 de agosto para mestrado no Reino Unido

Serviço:

Inauguração
Data: 26/07
Horário: a partir das 21 horas
Local: Anexo BZ – Saa Q 2 – SAAN, Brasília – DF
Classificação: 18 anos
Ingressos: Antecipados no Sympla
Redes sociais: @anexobz
Artistas convidados: @chiccoaquino | @Liaalmeida | @osgemmius

Pagode de boas-vindas – Anexo BZ
Data: 27/07
Horário: a partir das 21 horas
Local: Anexo BZ – Saa Q 2 – SAAN, Brasília – DF
Classificação: 18 anos
Ingressos: Antecipados no Sympla
Redes sociais: @anexobz
Artistas convidados: @unicodesejo.samba | @djalineribeiro

The post Anexo BZ: nova casa de eventos promete agitar as noites de Brasília first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  Ronda da Moda do GPS|Brasília: fique por dentro das novidades das marcas

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  'Dia do Patriota': Fux suspende lei de Porto Alegre após pedido da PGR

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA