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Weber Haus representa o setor de cachaça na APAS SHOW 2024

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A cachaçaria Weber Haus, do Rio Grande do Sul, marcará presença na APAS SHOW 2024, a maior feira de bebidas e alimentos das Américas e o maior evento supermercadista do mundo. A feira, que acontece entre os dias 13 e 16 de maio no Expo Center Norte, em São Paulo, é uma vitrine para marcas de diferentes segmentos apresentarem suas novidades ao público, além de oferecer palestras e workshops com profissionais do setor.

Os visitantes do estande da Weber Haus terão a oportunidade de experimentar as cachaças premiadas que têm conquistado o Brasil e o mundo. A marca, que já acumula mais de 150 prêmios nacionais e internacionais, representa a essência da cachaça brasileira, com produtos feitos a partir de ingredientes selecionados e de alta qualidade.

Além das cachaças tradicionais, a Weber Haus está expandindo seu portfólio para outros destilados. A empresa lançou recentemente a Antiqua Silver Vodka, sua primeira vodka, destilada em cinco etapas e orgânica. Outra aposta da marca são os licores finos, que se popularizaram no Brasil. A cachaçaria oferece duas opções: Cachaça com Mel (Honey) e Cachaça com Canela (Fire), ambas vendidas em garrafas de 750ml, que podem ser consumidas puras ou usadas em drinks.

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A Weber Haus está presente em diversos países, como Alemanha, Bélgica, Inglaterra, Turquia e Japão, e também possui uma variedade de cachaças envelhecidas em diferentes barris, incluindo canela sassafrás e bálsamo orgânico. A cachaçaria é conhecida por suas opções luxuosas, vendidas em embalagens especiais e com receitas exclusivas, com preços que podem variar de R$ 6 mil a R$ 12 mil.

A marca está cada vez mais presente nos supermercados, uma tendência que tem ajudado a popularizar a cachaça de qualidade no Brasil. “O varejo é um grande aliado para o setor de destilados e cachaças. Ele nos permite alcançar novos clientes e apresentar nossos produtos a consumidores que buscam bebidas de alta qualidade e novidades. Participar da APAS SHOW é uma excelente oportunidade para nós”, afirma Evandro Weber, diretor da Weber Haus.

Se você é fã de cachaças ou está interessado em descobrir mais sobre destilados inovadores, a APAS SHOW 2024 é o lugar para estar. Venha conhecer as novidades da Weber Haus e outras marcas que estão moldando o futuro do setor de bebidas e alimentos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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