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Vermes em Equinos: Sintomas e Impactos na Saúde e Desempenho dos Animais

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A presença de vermes é um dos principais problemas de saúde que afetam os equinos, comprometendo não apenas o bem-estar dos animais, mas também o seu desempenho, o que acarreta prejuízos significativos aos criadores. O médico-veterinário Renato Coser, gerente comercial de grandes animais da Syntec, alerta que os parasitas internos dos gêneros Strongylus, Oxyuris e Anaplocephala estão entre os mais perigosos, com consequências potencialmente devastadoras para a saúde dos cavalos.

Segundo Coser, esses vermes podem comprometer o sistema digestivo dos equinos ao se alojarem no trato gastrointestinal, onde competem por nutrientes essenciais. Isso pode resultar em uma absorção inadequada de proteínas e vitaminas, levando à perda de peso, falta de energia e maior suscetibilidade a outras doenças. “Certos tipos de vermes podem causar danos diretos aos tecidos intestinais, com larvas migratórias perfurando as paredes intestinais, o que pode resultar em inflamação, dor abdominal e, em casos graves, até perfuração do intestino”, explica Coser, destacando que essas condições podem ser fatais se não tratadas prontamente.

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Além dos danos físicos, a infestação por vermes afeta a função imunológica dos equinos. A presença contínua de parasitas no sistema digestivo desencadeia uma resposta imunológica crônica, comprometendo a capacidade do cavalo de combater outras infecções. “Esse problema é especialmente preocupante em animais jovens e idosos, que são mais vulneráveis a infestações severas”, alerta o veterinário.

Para mitigar esses riscos, Coser recomenda a implementação de um programa de controle de parasitas, que deve incluir desparasitação regular sob orientação veterinária, práticas de manejo sanitário adequadas e monitoramento constante do sistema digestivo dos cavalos. “A prevenção e o tratamento adequado são fundamentais para proteger a saúde e o bem-estar dos animais”, conclui.

Para ajudar os criadores a protegerem seus animais contra os vermes, a Syntec oferece o antiparasitário Anequim Plus, de uso exclusivamente oral e com amplo espectro de ação, à base de Oxibendazol e Triclorfon, indicado para o tratamento e controle de larvas e ovos dos principais parasitas que acometem os equinos. Outro produto disponível é o Equimectin, também de uso oral, eficaz e seguro, à base de Ivermectina, indicado para combater as principais parasitoses nos cavalos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio mais favorável ao agronegócio pode impulsionar exportações no segundo semestre, aponta Rabobank

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O comportamento do câmbio segue como um dos principais fatores de atenção para o agronegócio brasileiro em 2026. Após um primeiro semestre marcado pela valorização do real frente ao dólar, o cenário para os próximos meses pode trazer mudanças importantes para a competitividade das exportações do país.

A análise faz parte do relatório AgroInfo 2026, divulgado pelo Rabobank, que avalia os impactos do ambiente macroeconômico sobre as principais cadeias produtivas do agronegócio nacional.

Valorização do real reduziu ganhos dos exportadores

Segundo o Rabobank, a apreciação da moeda brasileira ao longo da primeira metade do ano teve efeitos distintos entre os setores do agro.

Embora alguns segmentos tenham sido beneficiados pela redução dos custos de insumos importados, diversas cadeias exportadoras enfrentaram compressão das margens devido à menor conversão das receitas obtidas em dólar.

O efeito foi percebido principalmente em commodities como soja, milho, algodão e celulose, cujos preços internacionais não se refletiram integralmente nos valores recebidos pelos produtores brasileiros.

No mercado da soja, por exemplo, mesmo com as cotações internacionais alcançando patamares elevados em Chicago durante o primeiro trimestre, os preços em reais permaneceram relativamente estáveis devido à combinação entre valorização do real e redução dos prêmios de exportação.

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Cenário externo segue pressionando o mercado cambial

O relatório aponta que o ambiente internacional continua sendo determinante para o comportamento das moedas emergentes.

Conflitos geopolíticos, tensões comerciais, inflação global e as decisões de política monetária das principais economias do mundo permanecem influenciando diretamente o fluxo de capitais e a cotação do dólar.

Além disso, a desaceleração econômica em diversos mercados consumidores e as incertezas relacionadas ao comércio internacional mantêm elevado o nível de cautela dos investidores.

Exportadores podem ganhar competitividade

Para o segundo semestre de 2026, o Rabobank avalia que existe a possibilidade de enfraquecimento do real frente ao dólar, movimento que tende a favorecer setores fortemente dependentes das exportações.

A expectativa é especialmente positiva para segmentos como celulose, soja, algodão, carnes e demais commodities agrícolas, que podem ampliar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.

No caso da celulose, o banco destaca que preços internacionais ligeiramente mais altos, combinados a uma possível desvalorização do real, podem impulsionar as receitas dos exportadores brasileiros ao longo da segunda metade do ano.

Impactos variam entre as cadeias produtivas

Apesar dos possíveis benefícios para as exportações, o efeito cambial não é uniforme entre todos os segmentos do agronegócio.

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No milho, por exemplo, a valorização do real já vem sendo apontada como um fator que limita a competitividade das vendas externas brasileiras diante da concorrência de países como Estados Unidos e Argentina.

Já no mercado da soja, o câmbio continua sendo um dos principais componentes da formação de preços ao produtor, juntamente com os prêmios de exportação e as cotações da Bolsa de Chicago.

Gestão de risco será fundamental

Diante de um ambiente marcado por volatilidade cambial e incertezas geopolíticas, o Rabobank reforça a importância do monitoramento constante dos mercados e da adoção de estratégias de gestão de risco.

Para produtores, cooperativas, tradings e agroindústrias, a combinação entre câmbio, preços internacionais, logística e demanda global continuará sendo determinante para a rentabilidade dos negócios nos próximos meses.

O banco avalia que o segundo semestre deverá ser marcado por maior sensibilidade dos mercados às condições macroeconômicas globais, exigindo atenção redobrada dos agentes do agronegócio na tomada de decisões comerciais e financeiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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