AGRONEGÓCIO

Vamos na Tecnoshow: Maquinário de última geração ajuda a impulsionar produtividade no campo

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Entre os dias 8 e 12 de abril, a Vamos, líder em locação e venda de veículos pesados, incluindo máquinas e equipamentos para o campo, participará de mais uma edição da Tecnoshow, realizada no Centro Tecnológico Comigo (CTC) em Rio Verde (GO). A empresa do Grupo Simpar estará presente na feira agrícola mais importante do Centro-Oeste com dois estandes, um da Fendt e outro da Valtra, marcas das quais é concessionária na região. Com atuação em todo o território nacional, a Vamos possui a maior rede de concessionárias agro em extensão territorial do Brasil.

Assim como nas edições anteriores, a Companhia levará à área de exposição diferentes veículos pesados com tecnologia de ponta e alta performance, ideais para elevar o rendimento e produtividade do campo. Os ativos fazem parte do portfólio de produtos e serviços da Vamos, que atua com locação, compra, venda e troca de caminhões, máquinas e equipamentos.

Quem visitar o amplo espaço da Vamos Fendt poderá conhecer o maquinário de todo o ciclo produtivo no campo, que inclui plantio, pulverização e colheita. O destaque ficará por conta do pulverizador Rogator 900 Fendt e tratores da linha 700 com 283 cavalos de potência, lançamentos recentes da marca, além da plantadeira Momentum de 18 a 24 linhas.

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Já no estande da Vamos Valtra, será destaque o distribuidor Dry Box, que proporciona mais eficiência operacional e precisão no deslocamento, garantindo uma distribuição uniforme de sementes e fertilizantes com economia de combustível, otimizando a janela de produção. Os visitantes poderão ver também a plantadeira Momentum de 18 linhas.

“Estamos entusiasmados em participar de mais uma edição da Tecnoshow Comigo, uma oportunidade única de reencontrar clientes e prospectar novos negócios”, celebra Christian Hahn, Diretor Executivo de Concessionárias da Vamos. “Capital goiana do agronegócio, Rio Verde possui um grande potencial produtivo e cresce em ritmo acelerado, impulsionado pelo campo. Por isso, escolhemos o município para sediar a matriz da Vamos Agro, nosso braço de concessionárias agrícolas. Nosso objetivo é contribuir para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro por meio da oferta de produtos, serviços e soluções que elevem a produtividade no campo”, completa.

Com forte presença no Centro-Oeste, a Vamos possui 32 concessionárias da empresa na região, número que contempla Valtra, Fendt e Vamos Máquinas com Komatsu e Manitou. Na Tecnoshow, a Companhia também contará com consultores da Vamos Locação para os visitantes interessados no aluguel de máquinas agrícolas.

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Fonte: Agência Fato Relevante

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Projeto testa seis espécies de mandiocas com objetivo de fortalecer a cadeia alimentar

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Equipes técnicas da Secretaria Adjunta de Agricultura realizaram, na quinta-feira (2), a colheita e o replantio de mandioca em uma área experimental instalada na Vitrine Tecnológica da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Trabalho e Agricultura (SDTA), em Cuiabá, no Parque de Exposições Jonas Pinheiro, onde o projeto é desenvolvido em parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá. Já foram realizadas três colheitas desde a implementação do projeto, apresentando bons resultados. O produto colhido tem sido destinado, por meio de doação, ao Hospital do Câncer, em Cuiabá.

A atividade integra um experimento agronômico voltado ao cultivo de seis espécies de mandioca, sendo Camanducaia, Liberata, São Félix, Juína, Broto Branco e BRS 429, visando ao fortalecimento da cadeia produtiva da mandioca na Baixada Cuiabana, onde a cultura é considerada uma das principais atividades agrícolas. O experimento é desenvolvido no Parque de Exposições Jonas Pinheiro, em parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá. No local, tem apresentado bons resultados.

Wanderlei Aparecido dos Santos, engenheiro agrônomo da Secretaria Municipal de Agricultura, explicou que as várias espécies cultivadas têm como objetivo multiplicar e distribuir opções aos pequenos produtores.

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“A espécie Camanducaia é uma variedade que se tornou dominante por ser precoce, pois permite a colheita entre 4 e 6 meses após o plantio e, consequentemente, gera renda mais rápida. Mas tem desvantagens, pois não serve para produção de farinha (por ter pouco amido) e também não pode ficar muito tempo no solo. Com isso, os produtores perdem a possibilidade de produzir farinha e de ter mandioca disponível o ano todo. Não é o caso da variedade Liberata, que é boa para farinha, mas mais demorada para colheita”, explicou o profissional.

De acordo com o secretário adjunto de Agricultura, o objetivo é testar e expandir outras variedades que permitam tanto a produção de farinha quanto o armazenamento no solo, garantindo renda contínua e fortalecendo a cultura alimentar local.

O replantio ocorre no mesmo espaço onde ocorreu a colheita, já visando à demonstração no período da Expoagro 2026. Também foram repassadas técnicas de plantio, entre elas o espaçamento entre as manivas (mudas que são cortadas da haste/pé da mandioca) e o seu tamanho.

Renda para o produtor

Além de seu papel estratégico na segurança alimentar, a mandioca contribui para a geração de renda da agricultura familiar e para o abastecimento dos mercados locais. Nesse contexto, a iniciativa avalia alguns desafios da produção, como as condições climáticas e solos de média e baixa fertilidade, o que acaba exigindo adaptação de outras tecnologias. Também possibilita observar o desempenho agronômico dos diferentes genótipos, incluindo variedades tradicionais, já utilizadas por produtores locais, e cultivares melhoradas desenvolvidas por instituições de pesquisa. Nesse trabalho, o experimento é conduzido pelo engenheiro agrônomo e coordenador de Agricultura da SDTA, Pedro Mello Damasceno.

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O projeto também prevê a formação de um banco de germoplasma a campo, com a finalidade de ampliar a difusão de materiais mais produtivos e resilientes. Conduzido em condições controladas, o estudo busca comparar o desempenho produtivo, a adaptação às condições locais, a resistência a fatores bióticos e as características físico-químicas das variedades analisadas.

Os resultados obtidos deverão subsidiar produtores, técnicos e gestores públicos na tomada de decisões, contribuindo para o aumento da eficiência produtiva, sustentabilidade e inovação no cultivo da mandioca na região.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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