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Valor Bruto da Produção bovina sinaliza queda de 8,6% para 2023

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As informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA, referente o levantamento do Valor Bruto da Produção Agropecuária para o ano de 2023 baseado no acumulado de janeiro a novembro indicam um incremento anual de 2,5%.

A divisão entre Lavoura e Pecuária, por sua vez, indica que a Lavoura apresenta aumento de 3,8%, enquanto a Pecuária absorve queda de 0,6%.

O detalhamento dos itens da Pecuária aponta que a carne bovina, produto de maior peso, apresenta retração anual de 8,6%, absorvendo queda em sua participação detendo 39,1% do total, enquanto no ano passado atingiu 42,5%.

O frango, segundo item de maior valor, absorveu queda de 3,3% enquanto os incrementos de 9,2% no suíno, de 11,2% na pecuária de leite e os 22,5% obtidos nos ovos, contribuiram para amenizar a queda verificada nos dois principais itens da pecuária.

As primeiras projeções para 2024 indicam queda de 3,3% no VBP da Agropecuária. O detalhamento aponta que a Lavoura absorverá queda de 4,3%, enquanto a Pecuária sofrerá nova queda, agora de 1%.

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Considerando os produtos da Pecuária, bovino de corte seguirá absorvendo queda, agora acompanhado por bovino de leite e ovos, enquanto Frango e Suíno mostrarão índice positivo.

Fonte: PecSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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