AGRONEGÓCIO

Uso de arames adequados em áreas alagadiças minimiza prejuízos e preserva infraestrutura rural

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O Brasil, com sua vasta extensão territorial e diversidade climática, abriga regiões frequentemente afetadas por enchentes e alagamentos, especialmente durante os períodos de cheia, quando o nível dos rios se eleva. Nessas áreas, a presença constante ou sazonal da água impõe desafios significativos às atividades agropecuárias, podendo comprometer não apenas a produtividade, mas também a viabilidade econômica das propriedades rurais.

De acordo com Bruno Nolasco, gerente de negócios da Belgo Arames, o excesso de umidade e a instabilidade do solo agravam problemas como a erosão, dificultam o tráfego de máquinas e trabalhadores e aumentam os custos operacionais. “Por isso, um planejamento adequado é essencial para minimizar esses impactos. Além das dificuldades nas lavouras e na criação de animais, os prejuízos também atingem a infraestrutura da fazenda”, explica.

As inundações afetam diretamente a saúde do rebanho, uma vez que enfraquecem o sistema imunológico dos animais e favorecem o surgimento de doenças. Somado a isso, instalações como cercas, currais e galpões também sofrem danos relevantes. A umidade constante acelera o apodrecimento de estruturas de madeira e a corrosão de metais e arames, comprometendo a segurança e a delimitação das áreas produtivas.

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“Durante alagamentos, é comum que cercas, galpões e currais sejam danificados. Realizar vistorias e reparos frequentes nessas estruturas é fundamental para assegurar a segurança e o bem-estar dos animais, além de manter o funcionamento adequado da propriedade. Investir em cercamentos com maior resistência à umidade e à corrosão é essencial”, afirma Nolasco.

Uma das soluções indicadas é o uso do arame liso ZZ-700 Bezinal, desenvolvido pela Belgo Arames, empresa líder no segmento no Brasil. O produto possui tripla camada de proteção, composta por uma liga metálica com 95% de zinco e 5% de alumínio, o que confere elevada resistência à água e à corrosão, prolongando a vida útil do cercamento e reduzindo a necessidade de manutenção — características fundamentais para propriedades sujeitas a enchentes frequentes.

Outra alternativa recomendada é o arame farpado Motto, igualmente desenvolvido para regiões com alta umidade e indicado para resistir tanto à corrosão quanto ao impacto provocado por animais de grande porte.

Para cercas elétricas, o arame Belgo Eletrix se destaca como a opção mais durável e eficaz. Projetado especificamente para ambientes com alto índice de umidade, ele oferece maior resistência e contribui para a contenção segura do gado, mesmo em pastagens alagadas. “Ao optar por arames de qualidade, o produtor rural está protegendo seus rebanhos e plantações, além de garantir retorno financeiro no longo prazo, ao evitar custos recorrentes com reparos e substituições. Trata-se de uma escolha estratégica e preventiva frente aos prejuízos causados pelas cheias”, conclui Nolasco.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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