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USF Sucuri promove ação de higiene bucal para crianças 350 crianças da EMEBC Prof. Hilda Caetano de Oliveira Leite

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Nos dias 11 e 12 de novembro de 2024, a equipe da USF Sucuri realizou uma ação de saúde bucal na Escola Municipal de Educação Básica e Cidadania (EMEBC) Professora Hilda Caetano de Oliveira Leite. Recepcionados pela diretora da escola, Mariana Gomes da Fonseca Almeida, os profissionais da USF ofereceram atividades educativas e práticas voltadas ao cuidado e à prevenção em saúde bucal para as crianças.

A equipe de odontologia, composta pelo cirurgião-dentista Leandro Américo Kincheski e pela técnica em saúde bucal, Kelly Francisca Mendes, conduziu as atividades de escovação assistida e aplicação de flúor junto às crianças, com a participação da médica Mayara A. Costa e da enfermeira Roberta Alves, ambas da equipe II da unidade, com a ajuda dos agentes comunitários de saúde das equipes I e II. A médica Rafaelle Paes de Barros e a enfermeira Adriana Hurtado, da equipe I, participaram da ação da palestra. Também esteve presente a da gerente da USF Sucuri, Dilvania Coutinho, colaborando para o sucesso da ação.

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Durante as visitas, foram realizadas ações de educação em saúde em todas as turmas, atendendo aproximadamente 350 crianças de 3 a 12 anos. Foram reforçados os cuidados com a higiene bucal, além de atividades de escovação supervisionada, aplicação tópica de flúor e entrega de kits de higiene bucal, contendo escova, creme dental e fio dental.

“A iniciativa teve como objetivo não apenas promover a saúde e prevenir complicações bucais, mas também fortalecer o vínculo das crianças e suas famílias com a unidade de saúde. A ação reforça o compromisso da USF Sucuri com a educação em saúde e a prevenção, contribuindo para uma infância mais saudável e para o desenvolvimento de hábitos positivos desde cedo”, comentou a gerente Dilvania.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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