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Tokenização no Agronegócio: Tecnologia Revoluciona o Acesso dos Pequenos Produtores ao Mercado

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A introdução de tecnologias avançadas no agronegócio está moldando de maneira significativa a economia brasileira, e a tokenização surge como uma dessas inovações com grande potencial de impacto. Este recurso tecnológico, que vem ganhando destaque entre produtores, investidores, startups do setor e grandes organizações, promete transformar a maneira como os negócios agrícolas são conduzidos, beneficiando especialmente os pequenos produtores.

A tokenização de ativos por meio da tecnologia blockchain permite transações mais rápidas e seguras, com maior facilidade de negociação e resultados mais concretos tanto para agricultores quanto para investidores. Um estudo da MarketsandMarkets projeta que o número dessas transações no setor agrícola deve atingir aproximadamente 75 milhões até 2025.

“Essa tecnologia traz maior liquidez aos ativos agrícolas, permitindo sua fragmentação e negociação de forma mais eficiente por meio de plataformas blockchain. Isso possibilita que agricultores e investidores acessem novos mercados e diversifiquem seus portfólios com mais facilidade. Além disso, a tokenização reduz os custos de transação e elimina intermediários, tornando os processos de compra e venda mais ágeis e transparentes”, explica André Carneiro, CEO da BBChain.

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Entendendo a Tokenização

Tokenizar significa criar um arquivo digital criptografado que representa bens, ativos, direitos ou projetos. Esses tokens podem ser negociados através de uma rede blockchain, e seu valor é determinado pelos ativos aos quais estão vinculados.

No contexto do agronegócio, a tokenização surge como uma estratégia inovadora para reformular a forma de financiar, negociar e gerenciar ativos. Esse processo, que converte ativos físicos ou virtuais em tokens digitais, oferece diversas vantagens para os agricultores.

“Dentre as várias possibilidades de utilização dos tokens, podemos citar grãos, rebanhos, estoques de produtos agrícolas, produção de leite e carne, safras futuras, terras, projetos de expansão, e até investimentos em biotecnologia, mecanização e sustentabilidade”, afirma Carneiro.

Benefícios para os Pequenos Agricultores

A tokenização oferece uma oportunidade eficiente para os pequenos e médios agricultores acessarem capital, sem depender exclusivamente de empréstimos bancários tradicionais. Ao emitir tokens que representam seus ativos agrícolas, esses produtores conseguem atrair investimentos de forma mais direta e ágil.

Além disso, a eliminação de intermediários financeiros, como bancos, reduz significativamente os custos associados à intermediação. Isso não apenas diminui taxas e comissões, mas também simplifica o processo de obtenção de financiamento, aumentando a eficiência operacional dos produtores.

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Outro ponto relevante é a transparência que a tokenização traz ao mercado agrícola. Como as transações são registradas em blockchain, todas as partes envolvidas têm acesso a informações detalhadas sobre a origem e movimentação dos ativos tokenizados, o que aumenta a confiança dos investidores e minimiza os riscos de fraudes.

Finalmente, a tokenização possibilita que agricultores e investidores explorem novos mercados. Tokens digitais podem ser negociados globalmente, ampliando a base de investidores muito além das fronteiras tradicionais, o que pode abrir novas oportunidades de negócios. Ao modernizar o setor e oferecer soluções para os desafios enfrentados pelos pequenos produtores, a adoção crescente dessa tecnologia consolida a blockchain como um aliado indispensável para o desenvolvimento sustentável do agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação de pintos de um dia entre Brasil e Suriname avança em negociações sanitárias e abre novo mercado para avicultura

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Brasil e Suriname discutem expansão do comércio agropecuário

A exportação de pintos de um dia ganhou destaque na agenda bilateral entre o Brasil e o Suriname durante reunião realizada nesta terça-feira (26), em encontro entre o ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, André de Paula, e o ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca do Suriname, Mike Noersalim.

Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, o Brasil aguarda o envio dos requisitos sanitários por parte do Suriname para avançar no processo de habilitação e ampliar o fornecimento de material genético avícola ao país sul-americano.

Abertura de mercado pode fortalecer avicultura surinamesa

De acordo com o MAPA, a possível abertura representa uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento da avicultura no Suriname, com acesso a genética avícola brasileira reconhecida internacionalmente por sua produtividade e qualidade sanitária.

A exportação de pintos de um dia é considerada um segmento sensível e de alto valor agregado dentro da cadeia avícola, especialmente por envolver padrões rigorosos de sanidade animal e rastreabilidade.

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Cooperação técnica e sanitária entra na pauta bilateral

Além do tema avícola, a reunião também abordou a ampliação da cooperação técnica e sanitária entre os dois países. Entre os assuntos discutidos estiveram:

  • Exportação de carnes brasileiras
  • Controle da mosca-da-carambola
  • Combate à vassoura-de-bruxa da mandioca
  • Parcerias em genética vegetal e animal
  • Produção de maracujá
  • Regularização das importações de arroz brasileiro

O objetivo é ampliar a integração agropecuária e fortalecer ações conjuntas de defesa sanitária e desenvolvimento produtivo.

Comércio agropecuário quase dobra em dez anos

O fluxo comercial do agronegócio entre Brasil e Suriname apresentou crescimento expressivo na última década.

O valor do comércio passou de US$ 26,7 milhões em 2016 para cerca de US$ 54,9 milhões em 2025, quase dobrando no período.

Entre os principais produtos exportados pelo Brasil ao mercado surinamês estão:

  • Carne de frango in natura
  • Preparações de carne
  • Óleo de soja refinado
  • Alimentação infantil
  • Café solúvel
Perspectivas para o agronegócio

Com o avanço das negociações sanitárias e a ampliação da cooperação técnica, a tendência é de fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.

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A abertura para exportação de pintos de um dia pode consolidar o Brasil como fornecedor estratégico de genética avícola para o Suriname, ao mesmo tempo em que impulsiona a modernização da produção local.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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