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Tocantins sediará Abertura Nacional da Colheita da Soja 2026 em Porto Nacional

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Porto Nacional será palco da Abertura Nacional da Colheita da Soja

O Tocantins foi escolhido para sediar a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2026, evento que marca o início oficial da safra brasileira e celebra a força do agronegócio no país. A cerimônia, promovida pela Aprosoja Brasil e pela Aprosoja Tocantins, será realizada no dia 30 de janeiro, na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO).

As atividades começam às 8h, com transmissão ao vivo a partir das 9h pelo Canal Rural e pelo YouTube.

Tema reforça a transformação do agro brasileiro

Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, o evento vai celebrar o papel estratégico da soja na economia nacional e o protagonismo do Tocantins como uma das regiões mais promissoras na produção de grãos.

Segundo Caroline Barcellos, presidente da Aprosoja Tocantins, sediar a abertura da colheita é motivo de orgulho para o estado.

“O Tocantins é hoje um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre campo e cidade. Receber a abertura nacional da colheita é reconhecer o trabalho de cada produtor que impulsiona o desenvolvimento do país e reafirmar o potencial do nosso estado como protagonista do agro brasileiro”, destacou.

Tocantins ganha destaque como nova fronteira agrícola

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, ressaltou que a escolha do Tocantins reflete a força crescente da região na produção de soja e milho.

“A cada safra, o Tocantins consolida sua importância na produção de grãos, com tecnologia, gestão e sustentabilidade. Este evento é uma celebração ao esforço do produtor brasileiro e uma oportunidade de mostrar ao Brasil e ao mundo a força do nosso agro”, afirmou.

Buffon destacou ainda que o evento representa um momento simbólico para o agronegócio, reunindo produtores, técnicos e autoridades para discutir inovação e perspectivas da nova safra.

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Parcerias e estrutura do evento

A Abertura Nacional da Colheita da Soja 2026 conta com patrocínio da Intacta 2 Xtend, Ihara e ProFarm, além de consultoria técnica da Climatempo e Safras & Mercado. A Embrapa será responsável pela coordenação técnica do evento.

A realização local fica a cargo da Aprosoja Tocantins, com apoio do Grupo Wink, anfitrião da cerimônia na Fazenda Alto da Serra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

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No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

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Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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