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Segunda edição da Feira da Agricultura Familiar movimenta Praça da República

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A segunda edição da Feira de Agricultura Familiar Produtiva e Solidária promete movimentar a Praça da República nesta segunda-feira (07), no centro da cidade. O local recebe diariamente um grande fluxo de pessoas que trabalham, vão às compras e visitam o Centro Histórico.

A feira ficará na Praça da República e ocorre das 10h às 19h, com produtores da capital e de toda a Baixada Cuiabana.

É uma boa oportunidade para o público adquirir produtos fresquinhos produzidos no campo, como uma variedade de frutas e verduras, doces caseiros, coleção de panos de prato, artesanato e rosas do deserto em diversas cores.

“A cada edição promovida pela Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, está aumentando a procura de expositores para participar. Estamos acolhendo todos os interessados, atendendo às indicações feitas pelos próprios feirantes. A Prefeitura dá todo o suporte necessário, emprestando barracas, bancas, banheiros químicos, distribuição de energia a todos, sem custo financeiro. E até suporte operacional para aqueles participantes que não têm condições físicas para realizar a montagem de suas bancas”, explicou Luís.

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Segundo o secretário adjunto da Smat, Vicente Falcão, o objetivo é oportunizar aos produtores a comercialização de sua produção para que possam garantir renda e continuarem no campo. “Impulsionar a venda para que se fortaleçam nas atividades e possam garantir o sustento com mais dignidade”, frisou.

Vale a pena conferir. Tudo preparado com muito trabalho e dedicação.

INTERESSADOS

Quem desejar participar das próximas feiras pode procurar a Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, diretamente com o coordenador do evento, Luís Alberto Rodrigues Leite, e obter mais informações.

Todo mês, na primeira e segunda semana, sempre às segundas-feiras, acontecem as feiras, na Praça da República e na Praça Alencastro, respectivamente.

#PraCegoVer

A foto que ilustra o texto mostra algumas barracas de expositores da feira já realizada na Praça Alencastro. Ao fundo do cenário está a imagem da Igreja Matriz de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

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No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

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Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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