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Tocantins alcança 90,80% de índice na vacinação contra brucelose

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A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), vinculada ao Governo do Tocantins, ressalta a eficácia da vacinação contra a brucelose como uma medida fundamental para preservar a saúde de animais e humanos. No segundo semestre de 2023, dados revelam que 407.601 bezerras, com idades entre três e oito meses, foram vacinadas, representando 90,80% do rebanho nessa faixa etária.

A vacinação é uma exigência legal e deve ser realizada semestralmente, abrangendo o primeiro e o segundo semestre de cada ano, direcionada a bezerras na faixa etária recomendada. A declaração de vacinação deve ser feita em uma unidade da Adapec, mediante a apresentação da nota fiscal do produto e do atestado de vacinação. É importante ressaltar que apenas médicos veterinários habilitados e/ou seus auxiliares cadastrados podem realizar a vacinação devido ao risco associado ao manuseio da vacina viva.

A responsável técnica pelo Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT), Carolina Silveira Ozório, informa que a não vacinação com a vacina Cepa B19 resultará em multa de R$ 5,32 por bovídea fêmea e R$ 127,69 por propriedade. Além disso, a ficha cadastral será bloqueada até a apresentação da declaração de vacinação com a vacina Cepa RB 51.

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A brucelose é uma doença infecciosa grave, causada pela bactéria Brucella Abortus, afetando bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos, caninos, e podendo ser transmitida ao ser humano por meio de animais infectados ou consumo de produtos contaminados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Etanol de cana pode reduzir emissões em até 19% até 2030 e fortalecer transição energética no Brasil

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O avanço da produção de etanol de cana-de-açúcar no Brasil pode reduzir em até 19% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, além de fortalecer a segurança energética, estimular o crescimento econômico e ampliar a segurança alimentar. A conclusão faz parte de um estudo da Agroicone, obtido com exclusividade pela CNN, que analisa os impactos da expansão dos biocombustíveis no país.

A pesquisa avaliou de forma integrada os efeitos da indústria sucroenergética sobre agricultura, energia, uso da terra, renda, consumo e comércio internacional. O levantamento reforça que a ampliação da produção de biocombustíveis não compete com a produção de alimentos e pode gerar impactos positivos tanto no campo econômico quanto ambiental.

Segundo o estudo, a substituição gradual de combustíveis fósseis pelo etanol de cana será decisiva para que o Brasil avance nas metas de descarbonização e na consolidação da transição energética.

Expansão do etanol pode impulsionar PIB, renda e consumo

A análise da Agroicone destaca que o crescimento do setor sucroenergético contribui diretamente para a geração de empregos, aumento da renda e fortalecimento do consumo interno.

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De acordo com a pesquisadora Luciane Chiodi Bachion, os cenários de mitigação climática avaliados no estudo apontam impactos positivos sobre a economia e o acesso à alimentação.

“Os resultados indicam tendência de aumento de até 6% no consumo de alimentos e crescimento de 2% a 3,5% no PIB per capita até 2030”, afirma a pesquisadora.

O estudo defende que a segurança alimentar deve ser analisada não apenas sob a ótica dos preços, mas também considerando renda, acesso aos alimentos e desenvolvimento socioeconômico.

Outro ponto destacado é que a expansão da cana-de-açúcar ocorre, em grande parte, sobre áreas degradadas, reduzindo a pressão sobre novas áreas agrícolas e minimizando a competição com outras culturas alimentares.

Biocombustíveis ganham força na agenda climática

Além dos ganhos econômicos, a pesquisa aponta que o etanol de cana desempenha papel estratégico na redução das emissões de carbono e no cumprimento dos compromissos climáticos assumidos pelo Brasil.

Segundo Sofia Arantes, pesquisadora da Agroicone, cenários mais ambiciosos de descarbonização podem ampliar significativamente os ganhos ambientais do setor.

“Em cenários de maior participação da bioenergia, a substituição de combustíveis fósseis por etanol pode levar a reduções de emissões em aproximadamente 19% até 2030”, destaca.

A pesquisa ressalta ainda que o setor sucroenergético brasileiro apresenta elevada eficiência energética, circularidade no sistema produtivo e autossuficiência energética na cadeia industrial, fatores que fortalecem sua importância na matriz energética nacional.

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Cana-de-açúcar avança como peça-chave da transição energética

O estudo conclui que a expansão do etanol de cana-de-açúcar representa uma solução estratégica para o Brasil ao unir segurança energética, desenvolvimento socioeconômico e mitigação das mudanças climáticas.

Com a crescente demanda global por combustíveis renováveis e pela redução das emissões de carbono, o setor sucroenergético brasileiro ganha protagonismo como uma das principais alternativas sustentáveis para a transição energética mundial.

A análise também reforça que não há conflito entre produção de alimentos e biocombustíveis, contrariando uma das principais críticas historicamente associadas à expansão da cana-de-açúcar.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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