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Tendências Sustentáveis e Inovação: floresta de Mogno Africano projetam retorno de R$ 1,5 mi por hectare

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A “Economia verde”, sinônimo de um conjunto de práticas destinadas a aprimorar indicadores sociais, se configura como uma resposta aos desafios ambientais globais. Em paralelo, o termo ESG, um indicador de boas práticas empresariais, engloba critérios que abrangem desde impactos ambientais até o respeito aos direitos humanos e emissões de carbono.

A alarmante estatística de mais de 20 mil campos de futebol desmatados anualmente na Mata Atlântica ressalta a urgência de abordagens inovadoras. Para além da extinção de habitats naturais e da liberação de 9,6 milhões de toneladas de CO2, o desmatamento acelera o efeito estufa, ampliando as ameaças do aquecimento global.

À medida que enfrentamos a iminência de desafios como propagação de doenças, escassez de alimentos e eventos climáticos extremos, medidas globais emergem. Reflexo disso é a inserção da preocupação ambiental na reforma tributária brasileira, com mecanismos que impulsionam a economia verde e taxação de produtos prejudiciais.

A Tecnologia de Captura e Estocagem de Carbono (CCS) destaca-se como exemplo emblemático, buscando mitigar o impacto ambiental ao armazenar CO2 no subsolo. Nesse contexto, a abordagem do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) ganha relevância. Higino Aquino, diretor do IBF, destaca o Mogno Africano como “alternativa sustentável para produção de madeira nobre, atendendo demandas mercadológicas e aliviando a pressão sobre florestas nativas”.

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Além de viabilizar o lucro, a administração da floresta comercial feita pelo Instituto facilita o investimento entre aqueles que não têm conhecimento prévio sobre o plantio e gestão florestal, porque toda a cadeia de produção fica sob responsabilidade da empresa – completa.

Como investir?

O investimento começa com a aquisição de lotes a partir de 7,2 hectares, seguindo a legislação para desmembramentos de áreas rurais que permite ao investidor adquirir terras com valores acessíveis, bem localizadas e pré-avaliadas com todos os requisitos de aptidão para o cultivo do Mogno Africano.

A terra é transferida para o nome do investidor com matrícula individualizada, tornando-o dono da terra e da floresta.

Em seguida começa a fase de implantação e manutenção que envolve a correção e preparo do solo, produção das mudas e o plantio. O corte raso é realizado após os 17 anos, e ao longo desse tempo, o IBF fica responsável pelo gerenciamento de todos os processos necessários para assegurar o pleno desenvolvimento do Mogno Africano.

O investidor pode acompanhar todo o investimento no Pólo Florestal por meio de um aplicativo. Ao final desse ciclo de cuidados, a madeira pode ser vendida, com auxílio do IBF, que avalia e viabiliza possibilidades de comercialização.

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Fonte: Inove Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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