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Suinocultura no Rio Grande do Sul Registra Valorização no Mercado

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Conforme o Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, a suinocultura na região de Erechim apresenta um desempenho satisfatório, com elevações nos preços tanto para suínos terminados quanto para leitões. O valor da arroba atingiu R$ 6,10/kg em ambos os segmentos, impulsionado pela demanda crescente por leitões, que tem aquecido o mercado.

Em uma integradora, o preço do leitão de até 23 kg alcançou R$ 1,95/kg de suíno terminado. Em outra cooperativa, os produtores parceiros estão recebendo entre R$ 40,00 e R$ 60,00 por suíno. Os poucos suinocultores independentes que permanecem na região de Erechim também estão satisfeitos com os resultados, recebendo R$ 7,45/kg pelo suíno terminado.

Na região de Santa Rosa, os produtores integrados têm recebido entre R$ 40,00 e R$ 43,00 por suíno entregue, com variações de preço com base na eficiência da conversão alimentar e no manejo adotado. Além disso, suinocultores associados a outra granja recebem valores que variam entre R$ 37,00 e R$ 43,00 por suíno.

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Para aqueles que mantêm as matrizes e entregam leitões com peso entre 7 e 8 kg, os pagamentos podem chegar a R$ 168,00 por animal. Foi observado também um leve aumento nos preços pagos aos produtores autônomos, que variam entre R$ 4,80 e R$ 8,00/kg, dependendo da região e da demanda local.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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