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StoneX reduz estimativa para safra de milho 24/25 e destaca impacto do clima

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A consultoria StoneX reduziu suas estimativas para a safra de milho 2024/25, apontando ajustes na produtividade tanto da primeira quanto da segunda safra. A produção da safra de verão foi revisada para 25,9 milhões de toneladas, uma queda de 2,4% em relação ao cálculo anterior. Já a segunda safra, conhecida como safrinha, teve sua projeção reduzida para 101,6 milhões de toneladas, representando um recuo mensal de 0,5%.

No caso da safra de verão, a redução reflete revisões na produtividade em estados do Nordeste, onde o ciclo do milho é mais tardio. Nessas regiões, a escassez de chuvas em fevereiro comprometeu o potencial produtivo, resultando em uma leve queda na produção em comparação ao ciclo anterior.

Para a segunda safra, o ajuste foi motivado por revisões na produtividade esperada, com destaque para o Paraná, cuja produção foi reduzida em quase 1 milhão de toneladas. Mato Grosso também apresentou leve redução de área plantada em relação às projeções iniciais. Por outro lado, Goiás teve sua área plantada revisada para cima, o que compensou parcialmente a queda na produtividade estadual.

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Com essas revisões, a estimativa total de produção de milho no Brasil para 2024/25 foi ajustada para 129,7 milhões de toneladas, uma redução de 0,9% em relação às projeções divulgadas no início de março. A menor oferta também impacta os estoques finais, que foram revisados para baixo.

O cenário climático em abril segue como fator determinante para a definição do tamanho da safra, especialmente da safrinha, que responde pela maior parte da produção nacional de milho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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