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Sipcam Nichino e M2M Agro Firmam Parceria Estratégica para o Setor de Cana-de-Açúcar

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A Sipcam Nichino Brasil, uma das principais empresas do setor de agroquímicos no país, anunciou hoje uma parceria estratégica com a M2M Agro, especializada em acesso a mercado. Com sede em Ribeirão Preto, São Paulo, a M2M Agro contará com equipes técnicas e comerciais focadas no setor sucroenergético para representar o portfólio da companhia ítalo-japonesa em todo o Brasil.

O acordo tem como objetivo fortalecer as estratégias de mercado para herbicidas, fungicidas, inseticidas, maturadores e bioestimulantes voltados à cultura da cana-de-açúcar, além de aumentar a capilaridade da força de vendas da Sipcam Nichino no território nacional.

“Dispomos de um portfólio de excelência, reconhecido por atender plenamente as demandas da cultura. Vemos na M2M Agro um parceiro de alto potencial para expandir nossas tecnologias a novos clientes”, destaca Marconi Dias, diretor comercial da Sipcam Nichino Brasil. Ele acrescenta que a colaboração conjunta visa promover um crescimento sustentável e elevar a participação da empresa no mercado sucroenergético.

Leandro Martins e Marco Bueno, diretor de marketing e gerente regional da Sipcam Nichino, respectivamente, informam que as vendas de insumos da empresa para a cana-de-açúcar mais do que dobraram em menos de três anos. Para eles, esse desempenho, aliado à qualidade e abrangência do portfólio, deve ser ainda mais superado pela expertise da M2M Agro na cadeia sucroenergética.

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Marcelo Magurno, fundador da M2M Agro e engenheiro agrônomo com uma carreira executiva sólida no Brasil e no exterior, reforça que a parceria com a Sipcam Nichino valida a reputação de liderança e credibilidade que a consultoria vem construindo no setor.

“A Sipcam Nichino possui um portfólio de alta qualidade, adequado para o desenvolvimento de estratégias eficazes de acesso a mercado”, afirma Magurno. “Estamos determinados a continuar nossa trajetória na cana-de-açúcar, construindo um legado de sucesso com uma equipe altamente especializada. A M2M acredita no agro e na resiliência de seus profissionais, e antevemos um novo avanço da Sipcam Nichino no setor sucroenergético em um futuro próximo”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.

Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização

O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.

Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.

A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.

Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.

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Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado

Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.

Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.

Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.

O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.

Demanda externa fortalece pecuária brasileira

A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.

O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.

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Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.

Mercado acompanha fechamento das exportações de maio

O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.

A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.

Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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