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Sine Cuiabá tem vaga para soldador iniciante com salário de R$ 3,5 mil; confira outras 328 vagas

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O Sine Municipal de Cuiabá, vinculado à Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, disponibiliza 329 vagas de emprego nesta sexta-feira (18). Um dos destaques é a vaga para soldador, com salário de R$ 3,5 mil, além de vale-transporte e alimentação. Para concorrer, é necessário apenas o ensino fundamental completo.

Também estão abertas dez vagas para eletricista, com remuneração de R$ 2,2 mil, mais benefícios como assistência médica, seguro de vida, adicional de 30% por periculosidade, vale-alimentação e prêmio por assiduidade.

Outra oportunidade que chama a atenção é para o cargo de assistente de compras, com salário de R$ 2,3 mil, além de seguro de vida, assistência médica e odontológica, e restaurante na empresa.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.
Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

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Informações importantes ao trabalhador:
Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br
Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:
(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades:
Açougueiro – 01
Ajudante de açougueiro – 02
Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 10
Ajudante de eletricista – 05
Ajudante de obra – 35
Assistente de compras – 01
Assistente de vendas – 03
Atendente balconista – 14
Atendente balcão – 03
Atendente de lanchonete – 08
Atendente de lojas – 03
Atendente de lojas e mercados – 02
Atendente de padaria – 02
Auxiliar administrativo – 01
Auxiliar de armazenamento – 02
Auxiliar de cozinha – 04
Auxiliar de engenheiro da construção civil – 01
Auxiliar de limpeza (PCD) – 01
Auxiliar de limpeza – 06
Auxiliar de linha de produção – 30
Auxiliar de mecânico de autos – 01
Auxiliar de operação – 15
Auxiliar de pedreiro – 05
Auxiliar de produção farmacêutica – 06
Conferente de carga e descarga – 01
Consultor de vendas – 16
Controlador de pragas – 02
Coordenador de restaurante – 03
Cozinheiro geral – 01
Eletricista – 10
Empacotador a mão – 05
Empregado doméstico nos serviços gerais – 01
Estoquista – 01
Expedidor de mercadorias – 02
Farmacêutico – 01
Mecânico – 01
Mecânico de automóvel – 01
Montador instalador de acessórios – 02
Motorista de caminhão – 05
Motorista entregador – 02
Operador de caixa – 29
Pedreiro – 08
Promotor de vendas – 01
Recepcionista atendente – 01
Recepcionista em geral – 01
Repositor em supermercado – 15
Repositor de mercadorias – 06
Servente de obra – 10
Soldador – 01
Supervisor de vendas de serviços – 01
Técnico de desenvolvimento de sistema (TI) – 02
Tecnólogo em segurança do trabalho – 01
Vendedor interno – 17
Vendedor pracista – 13
Vigilante patrimonial – 02

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#PraCegoVer
A imagem que acompanha o texto mostra uma pessoa recebendo atendimento na sede do Sine, na Secretaria Municipal de Agricultura.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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