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Oferta limitada mantém alta nos preços da mandioca em outubro, aponta Cepea

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Oferta restrita impulsiona preços da mandioca

A baixa oferta de mandioca no mercado industrial sustentou a valorização dos preços ao longo de outubro, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP). Mesmo com chuvas registradas em praticamente todas as regiões monitoradas, o desinteresse dos produtores em comercializar o produto continuou, reflexo da rentabilidade comprometida pelas quedas recentes no teor de amido.

Com isso, a tonelada de mandioca posta fecularia registrou média nominal a prazo de R$ 572,96 (equivalente a R$ 0,9964 por grama de amido), representando uma alta semanal de 0,5%.

Valorização de 12% no mês reforça tendência positiva

No comparativo entre as médias de setembro e outubro, o Cepea apontou um avanço de 12% nos preços, em termos nominais — o segundo mês consecutivo de valorização para a mandioca. O cenário confirma a pressão altista provocada pela oferta restrita e pela cautela dos produtores em negociar, o que tem limitado o volume disponível para as indústrias processadoras.

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Mercado de derivados opera em ritmo lento

Enquanto o mercado da raiz mantém firmeza nas cotações, o segmento de derivados segue com negociações mais lentas. No caso da fécula, pesquisadores do Cepea destacam que muitos compradores já se abasteceram entre o fim de setembro e a primeira metade de outubro. Outros agentes, por sua vez, postergam novas aquisições diante de expectativas de queda nos preços para o início de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brazil Wine Challenge reúne 89 especialistas internacionais e avalia mais de 1.100 amostras de 19 países em Bento Gonçalves (RS)

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O 13º Brazil Wine Challenge, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), consolida sua posição entre os principais concursos de vinhos da América Latina ao reunir 89 especialistas internacionais para a avaliação de 1.127 amostras provenientes de 19 países.

O evento ocorre entre os dias 16 e 18 de junho, em Bento Gonçalves (RS), e destaca-se pelo rigor técnico, pela diversidade de jurados e pela metodologia de avaliação às cegas, garantindo imparcialidade e alto padrão de análise.

Júri internacional reúne especialistas de nove países

O corpo de jurados desta edição é formado por enólogos, sommeliers, pesquisadores, professores, jornalistas especializados e profissionais do setor vitivinícola.

Os especialistas representam nove países: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e Uruguai. Entre eles, 10 atuam como presidentes de júri, responsáveis por coordenar as sessões de avaliação e assegurar o cumprimento das normas técnicas.

A composição multicultural do júri reforça a credibilidade do concurso e contribui para uma análise mais ampla e criteriosa das amostras inscritas.

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Edição histórica reúne 1.127 amostras de 19 países

O Brazil Wine Challenge 2026 registra números inéditos: são 1.127 amostras avaliadas, enviadas por 190 vinícolas de 19 países.

Além do Brasil, participam produtores da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Azerbaijão, Bolívia, Bulgária, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Moldávia, Nova Zelândia, Portugal, Rússia, Turquia e Uruguai.

O volume e a diversidade internacional reforçam a relevância do concurso e a confiança do setor vitivinícola global na avaliação promovida pela ABE.

Concurso segue normas da OIV e garante rigor técnico

O Brazil Wine Challenge é o único concurso do Brasil realizado sob as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), referência mundial em padronização de concursos enológicos.

O evento também conta com o respaldo da Associação de Enólogos da América, o que reforça a consistência metodológica e o reconhecimento internacional dos resultados.

De acordo com o presidente da ABE, enólogo Mário Lucas Ieggli, a credibilidade do concurso está diretamente ligada à qualificação do corpo de jurados e ao rigor técnico aplicado em todas as etapas.

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Degustação às cegas garante imparcialidade na avaliação

Todos os vinhos e espumantes são avaliados às cegas, sem identificação de origem, marca ou produtor. As sessões são conduzidas por presidentes de mesa designados especificamente para assegurar o cumprimento dos critérios estabelecidos pela OIV.

Os resultados finais serão divulgados ao término do concurso, consolidando o ranking oficial das amostras avaliadas nesta edição.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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