AGRONEGÓCIO

Sine Cuiabá oferece vaga de empregado doméstico com salário de R$ 2,8 mil e mais 97 oportunidades

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O Sine Municipal de Cuiabá oferece 98 vagas de emprego nesta sexta-feira (6), com destaque para o cargo de empregado doméstico nos serviços gerais, que paga R$ 2.800,00, além de vale-transporte no valor de R$ 200,00. Além desta, há oportunidades para motorista de caminhão e auxiliar contábil, ambas com salários de R$ 2.800,00, sendo que para a área contábil exige-se estar cursando o 5º ano da graduação.

As vagas contemplam diversos níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental incompleto até o superior incompleto. Entre as ocupações com maior número de postos abertos estão a de auxiliar de linha de produção, com 39 vagas distribuídas em diferentes perfis, e a de retalhador de carne, com 20 oportunidades. O painel do dia também reserva postos exclusivos para Pessoas com Deficiência (PCD), como auxiliar administrativo e auxiliar de limpeza.

Resumo Geral das Vagas

Maiores Salários: R$ 2.800,00 para Auxiliar Contábil, Empregado Doméstico e Motorista de Caminhão.
Vagas com Maior Oferta: Auxiliar de Linha de Produção (39 vagas no total) e Retalhador de Carne (20 vagas).
Oportunidades para PCD: Estágio em Auxiliar Administrativo e Auxiliar de Limpeza.
Escolaridade: Há opções para candidatos sem experiência (Auxiliar de Linha de Produção) e para diferentes níveis educacionais, com salários que partem de R$ 1.200,00 (Estágio) e chegam a R$ 2.800,00.
Benefícios: A maioria das vagas oferece benefícios como vale-transporte, ticket alimentação, seguro de vida e, em alguns casos, assistência médica e odontológica

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O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Trabalho.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na, localizado na Praça Rachid Jaudy, Centro, no prédio do Instituto Dante de Oliveira, em Cuiabá.

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

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(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected]

Confira as oportunidades

Atendente de mesa – 01
Auxiliar administrativo – 03
Auxiliar administrativo (Exclusivo para PCD) – 01
Auxiliar contábil – 02
Auxiliar de limpeza – 01
Auxiliar de limpeza (Exclusivo para PCD) – 01
Auxiliar de linha de produção – 39
Auxiliar de marceneiro – 01
Auxiliar nos serviços de alimentação – 01
Consultor de vendas – 01
Desossador – 10
Empregado doméstico nos serviços gerais – 01
Faturista – 01
Gerente financeiro – 01
Motorista de caminhão (rota regionais e internacionais) – 01
Operador de caixa – 01
Operador de caixa lotérico – 02
Pasteleiro – 01
Retalhador de carne – 20
Separador de material reciclável – 03
Técnico de nutrição – 04
Vendedor pracista – 01

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio movimentou R$ 45,6 bilhões no primeiro semestre

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O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões com as vendas ao exterior no primeiro semestre de 2026. Com 8,46 milhões de toneladas enviadas a 166 países, o estado manteve a terceira posição entre os maiores exportadores do agro brasileiro, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo.

Os dados foram divulgados no Informativo Conjuntural de julho, publicado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), com base nos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Os valores foram convertidos pela cotação de R$ 5,09.

Minas Gerais respondeu por 10,3% das exportações brasileiras do agronegócio entre janeiro e junho. O setor também gerou 40,9% de toda a receita obtida pelo estado com as vendas internacionais, demonstrando a importância das atividades rurais para a economia mineira.

A China permaneceu como o principal destino dos produtos agropecuários do estado. Na sequência aparecem Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A presença em mercados com diferentes perfis de consumo reduz a dependência de um único comprador e amplia as possibilidades de comercialização para produtores, cooperativas e agroindústrias.

O café continuou como o principal produto da pauta. As vendas somaram R$ 22,9 bilhões e representaram 50,1% de toda a receita do agronegócio mineiro no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre.

O preço médio do café exportado aumentou 4,2% na comparação com o primeiro semestre de 2025. Convertida para a moeda brasileira, a média passou de aproximadamente R$ 2.034 para R$ 2.119 por saca. Essa referência corresponde ao valor do produto embarcado e não ao preço pago diretamente ao cafeicultor.

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A valorização ajudou a sustentar a receita em um período de menor disponibilidade do grão. O volume exportado diminuiu 21,6%, depois dos elevados embarques realizados nos ciclos anteriores e dos efeitos do clima sobre a produção e os estoques.

A perspectiva para os próximos meses é favorecida pela entrada da safra de 2026. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil possa colher 66,2 milhões de sacas, crescimento de 17,1% sobre o ciclo anterior.

Minas Gerais, maior produtor nacional de café, deverá ter participação decisiva nesse avanço. A bienalidade positiva do arábica, a ampliação da área em produção e a recuperação esperada da produtividade podem aumentar a disponibilidade do grão para o mercado interno e para as vendas internacionais.

A soja foi o segundo principal grupo da pauta e apresentou crescimento. As exportações de grão, farelo e óleo movimentaram R$ 10,9 bilhões, alta de 10,2%. O volume chegou a 5,01 milhões de toneladas, avanço de 2,5%.

O resultado do complexo soja mostra que Minas Gerais também amplia sua participação na comercialização de produtos processados. A produção de farelo e óleo agrega valor ao grão, movimenta as indústrias de esmagamento e atende às cadeias de ração animal e biodiesel.

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As carnes também avançaram. Os embarques renderam R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O estado vendeu 247,3 mil toneladas, volume 3,7% maior.

O aumento mais expressivo da receita em relação à quantidade indica melhora no valor médio das carnes exportadas. O movimento favorece frigoríficos, cooperativas e pecuaristas integrados às cadeias que atendem ao mercado internacional.

O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, movimentou R$ 2,7 bilhões, enquanto os produtos florestais renderam R$ 2,6 bilhões. Juntos, café, soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais responderam por 96,2% das vendas externas do agronegócio mineiro.

Produtos tradicionais e de maior valor agregado também conquistaram espaço. Queijos, doce de leite, cachaça e doces mineiros movimentaram cerca de R$ 49,4 milhões no semestre. Embora tenham participação menor na pauta, esses produtos abrem oportunidades para pequenas e médias agroindústrias que trabalham com origem, qualidade, tradição e indicação geográfica.

Na comparação com o primeiro semestre de 2025, a receita total das exportações do agro mineiro recuou 9,6% e o volume diminuiu 3%. Ainda assim, o crescimento da soja e das carnes, a valorização média do café e a presença em 166 mercados mantiveram Minas Gerais entre as principais forças do agronegócio exportador brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

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