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Vaccinar destaca papel da gordura de qualidade na nutrição animal para saúde, desempenho e sustentabilidade

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Importância da gordura na alimentação animal

A qualidade da gordura na dieta dos animais exerce impacto direto na saúde, no desempenho produtivo e na sustentabilidade da produção de carne e leite. A Vaccinar, empresa referência em nutrição animal, vem se destacando pela inovação ao desenvolver produtos diferenciados, como o LacFat R — uma gordura protegida de alta qualidade.

Abordagem nutricional diferenciada para cada grupo animal

Marcos Rezende, Gerente Nacional de Gorduras da Vaccinar, explica que a formulação das gorduras deve considerar a fisiologia dos animais, que se dividem em monogástricos (aves e suínos) e ruminantes (bovinos, ovinos e caprinos), cada grupo com necessidades nutricionais específicas.

Para os ruminantes, a suplementação energética mais eficiente é por meio das gorduras saponificadas, como o sabão de cálcio. Essa gordura protegida evita a degradação no rúmen, permitindo que mais de 95% dos ácidos graxos cheguem intactos ao abomaso, onde ocorre a digestão química, preservando a ruminação e a ingestão de matéria seca essenciais para a saúde animal.

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Perfil de ácidos graxos e estabilidade da gordura

A qualidade da gordura está ligada ao perfil de ácidos graxos e à sua estabilidade oxidativa. Fontes como soja, palma, canola e girassol oferecem perfis lipídicos superiores em relação a gorduras mais simples, como as derivadas do algodão.

O LacFat R, por exemplo, concentra altos níveis de Ômega 6 (ácido linoleico), Ômega 3 (ácido linolênico) e Ômega 9 (ácido oleico), nutrientes fundamentais para a saúde imunológica dos animais, ajudando a reduzir inflamações causadas pelo metabolismo intenso dos ruminantes.

Ganhos de desempenho com gorduras protegidas

O uso de gorduras protegidas como o LacFat R gera ganhos expressivos. Em bovinos de corte, a melhora na deposição de gordura e acabamento de carcaça pode representar até 16 kg a mais por animal com genética superior. Na produção de leite, o aumento pode chegar a 2 litros por dia, dependendo do manejo e do potencial genético do rebanho.

Sustentabilidade e compromisso ambiental

Além dos benefícios produtivos, a suplementação com gorduras de alta qualidade promove maior eficiência alimentar e redução significativa na emissão de metano, um dos principais gases do efeito estufa, contribuindo para a sustentabilidade da pecuária.

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A Vaccinar reforça seu compromisso ambiental ao aproveitar subprodutos do processamento de grãos, como a soja, para extrair ácidos graxos e transformá-los em ingredientes nutricionais valiosos, reduzindo a pegada de carbono na cadeia produtiva.

Validação prática e relação com produtores

A Vaccinar se diferencia ao validar seus produtos diretamente em granjas e confinamentos próprios, simulando os desafios do campo antes de lançar as soluções para o mercado.

“Trabalhamos de produtor para produtor, com foco em eficiência, rentabilidade e sustentabilidade”, afirma Marcos Rezende. Essa aproximação gera confiança e resultados comprovados, com produtores relatando ganhos expressivos e fidelização dos produtos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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