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SIAVS 2024: Trouw Nutrition Apresenta Inovações em Tecnologias para Bem-Estar e Controle Bacteriano na Avicultura e Suinocultura

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No cenário de busca incessante por granjas mais produtivas e com baixos índices de mortalidade, a eficiência na avicultura e na suinocultura é crucial e depende de vários fatores, como a qualidade do ambiente e o fornecimento adequado de água. A Trouw Nutrition, líder em nutrição animal, tem se dedicado a desenvolver novas tecnologias para impulsionar o crescimento contínuo desses setores. No Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) 2024, que ocorrerá de 6 a 8 de agosto no Distrito Anhembi, em São Paulo, a empresa apresentará duas inovações: o pó secante TNSec+ para leitões recém-nascidos e o Selko® AlpHa, um produto que melhora a qualidade microbiológica da água para aves e suínos.

O início da vida dos suínos é um fator determinante para seu desenvolvimento e desempenho produtivo futuro. Por isso, o conceito LifeStart, adaptado para suínos, é essencial. Este conceito engloba práticas e estratégias para maximizar o potencial produtivo desde os primeiros dias de vida dos animais. O LifeStart se baseia na criação de um ambiente confortável e saudável para os leitões, o que inclui a gestão adequada da sanidade, nutrição e manejo dos animais desde o nascimento até os 45 dias de idade.

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A secagem dos leitões logo após o nascimento é uma medida crucial devido à sua capacidade termorreguladora ainda deficiente e reservas energéticas limitadas. Com isso, a Trouw Nutrition introduz o TNSec+, um pó secante desenvolvido para promover o bem-estar dos leitões recém-nascidos. O produto aumenta a vitalidade dos animais e facilita o acesso ao colostro, além de apoiar a cicatrização do cordão umbilical e reduzir a umidade, odores e amônia nas instalações, conforme explica Aneilson Soares, gerente técnico da empresa.

Outro destaque da feira é o Selko® AlpHa, um blend de ácidos orgânicos livres e tamponados de cadeia curta que reduz o pH da água e apresenta propriedades bacteriostáticas e bactericidas. Josênio Cerbaro, gerente do Programa de Qualidade de Água e Saúde Intestinal, destaca que a água é tão importante quanto a ração. A combinação dos ácidos orgânicos melhora a qualidade microbiológica da água, inibe o crescimento de bactérias patogênicas como Escherichia coli e Salmonella, e otimiza a digestão e a saúde intestinal dos animais.

A Trouw Nutrition também exibirá o NutriOpt On-Site Adviser (NOA), um equipamento portátil para análise rápida e prática de ingredientes e rações. Raquel Bighetti Araujo, gerente de produtos monogástricos, ressalta que o NOA permitirá aos participantes do SIAVS realizar análises em tempo real, apoiando avicultores e suinocultores na precisão alimentar e oferecendo ferramentas e conhecimento técnico fundamentados pela ciência.

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As inovações da Trouw Nutrition no SIAVS 2024 prometem trazer melhorias significativas para a produtividade e saúde na avicultura e suinocultura, refletindo o compromisso da empresa com o avanço desses setores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%

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A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.

Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.

Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.

A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.

Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.

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A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.

O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.

A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.

Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.

A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.

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A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.

O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.

O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.

Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.

A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.

Fonte: Pensar Agro

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