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Setor leiteiro apresenta demandas ao Presidente da Câmara e Receita Federal em busca de apoio fiscal

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O mencionado decreto preserva os incentivos fiscais para laticínios engajados no Programa Mais Leite Saudável, desde que executem programas de assistência técnica aos fornecedores. A recente alteração nos percentuais de aproveitamento dos créditos presumidos de PIS/Pasep e Cofins, estabelecida em outubro, visa fortalecer a produção interna de leite no Brasil.

A norma, em vigor a partir de 1º de fevereiro, após o período de noventena tributária, estipula que empresas de laticínios e cooperativas que importarem ou adquirirem leite e produtos lácteos importados só poderão usufruir de 50% de créditos presumidos, tendo acesso a apenas 20% do benefício fiscal.

Essa medida tem como objetivo apoiar os produtores nacionais, enfrentando o desafio das importações de leite em pó subsidiado, especialmente provenientes da Argentina, que têm impactado adversamente a cadeia produtiva de leite nacional.

Além disso, os representantes, incluindo o presidente da ABRALEITE Geraldo Borges e o coordenador da Câmara de Leite da OCB, Vicente Nogueira, estiveram reunidos com o Presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira. Durante a discussão, foram abordados diversos pleitos do 2º Encontro dos Produtores Brasileiros de Leite, como a neutralização das importações subsidiadas, renegociação de dívidas e a realização de aquisições governamentais de leite em pó em volumes substanciais para gerar impactos positivos.

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O deputado Arthur Lira, que tem experiência como produtor de leite, demonstrou sensibilidade em relação ao tema e comprometeu-se a debater a pauta com o governo, começando pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. A presidente da Frente Parlamentar em Apoio aos Produtores de Leite (FPPL), deputada Ana Paula Leão, também esteve presente, formalizando os pleitos junto à presidência da Câmara. Outros representantes, como Rafael Pezenti, Rafael Simões, Marussa Boldrin, Thiago Silveira (vice-presidente do Sistema Faemg), e Domício Arruda (presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando), contribuíram para a abrangência das discussões.

Fonte: Portal do Agronegócio

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dsm-firmenich recebe certificação FairFood RPC para tecnologias que reduzem pegada de carbono na pecuária

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A dsm-firmenich, detentora das marcas Tortuga® de suplementos nutricionais para animais e FarmTell® de softwares de gestão e consultoria para fazendas e fábricas de ração, conquistou a certificação FairFood Redutor de Pegada de Carbono (RPC) para as tecnologias Bovaer® e CRINA® Ruminants.

O reconhecimento reforça a estratégia da companhia em desenvolver soluções voltadas à eficiência produtiva e à redução do impacto ambiental na cadeia de proteína animal, em um cenário de crescente demanda global por sistemas agropecuários mais sustentáveis.

Certificação reconhece insumos com menor impacto ambiental na pecuária

A certificação RPC é concedida a insumos classificados dentro do escopo de “produtos redutores de pegada de carbono”, com base em critérios técnicos e científicos relacionados à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) na pecuária.

O processo de avaliação inclui auditorias independentes e periódicas realizadas por organismos internacionalmente acreditados, garantindo rastreabilidade, transparência e confiabilidade aos resultados.

A iniciativa busca incentivar soluções tecnológicas capazes de contribuir para a descarbonização da produção animal sem comprometer eficiência ou produtividade.

Bovaer® pode reduzir emissões de metano na pecuária de corte e leite

Entre as tecnologias certificadas, o Bovaer® se destaca por atuar diretamente na redução das emissões entéricas de metano geradas durante o processo digestivo dos ruminantes.

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A solução age sobre uma enzima específica presente no rúmen, responsável pela formação do metano, contribuindo para a redução das emissões sem impacto negativo sobre desempenho produtivo, qualidade do leite ou da carne.

De acordo com a empresa, a suplementação com doses entre 8 e 15 gramas por animal ao dia pode reduzir, em média, até 30% das emissões em bovinos de leite e até 45% em bovinos de corte, dependendo da estratégia nutricional adotada.

CRINA® Ruminants melhora eficiência digestiva e aproveitamento de nutrientes

Outra tecnologia certificada é o CRINA® Ruminants, formulado com compostos funcionais que atuam no equilíbrio da microbiota ruminal e na otimização dos processos digestivos dos animais.

A solução contribui para melhorar a eficiência alimentar e o aproveitamento de nutrientes, favorecendo sistemas produtivos mais eficientes e com melhor desempenho zootécnico.

Segundo a dsm-firmenich, o avanço de soluções com esse perfil reforça o papel da nutrição de precisão como ferramenta estratégica para elevar produtividade e reduzir impactos ambientais na pecuária moderna.

Sustentabilidade e produtividade caminham juntas na pecuária moderna

Para a companhia, o conceito de sustentabilidade no setor não se limita à redução de emissões, mas envolve também o aumento da eficiência no uso de recursos e a melhoria da produtividade dos sistemas de produção.

“A sustentabilidade precisa caminhar junto à produtividade e à viabilidade econômica para o produtor. O reconhecimento da FairFood reforça nossa visão de que inovação e ciência são fundamentais para a evolução dos sistemas produtivos”, afirma Luiz Magalhães, presidente de Nutrição e Saúde Animal da dsm-firmenich para a América Latina.

Certificação fortalece agenda ESG e acesso a mercados

A certificação RPC abrange insumos e fábricas de ração que utilizam soluções capazes de contribuir para a redução da pegada de carbono de alimentos de origem animal.

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Além de apoiar a transição para sistemas produtivos mais sustentáveis, o programa também contribui para ampliar o acesso a mercados, aumentar a transparência e fortalecer compromissos ESG ao longo da cadeia de proteína animal.

Com a certificação, a dsm-firmenich passa a integrar um grupo de empresas que investem em inovação e tecnologia como pilares para transformar a pecuária, alinhando produtividade, eficiência e responsabilidade ambiental no agronegócio global.

Fonte: Portal do Agronegócio

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